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	<title>The Landscape Living</title>
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	<description>Arquitetura, paisagem e a experiência de viver</description>
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	<title>The Landscape Living</title>
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		<title>TEMPO by Porsche: o hub que não é só para quem tem Porsche e onde mulheres têm um clube só delas.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:43:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Restaurante, galeria, lounge, carros especiais em exposição, espaço de eventos culturais, programa de membros em dois níveis e muito mais. Desde junho, São Paulo ganhou um espaço cuja proposta é não se encaixar em uma única categoria. Seu nome é TEMPO by Porsche, o primeiro hub cultural permanente da marca nas Américas – e, não, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0112-Edit.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure>
<p>Restaurante, galeria, lounge, carros especiais em exposição, espaço de eventos culturais, programa de membros em dois níveis e muito mais. Desde junho, São Paulo ganhou um espaço cuja proposta é não se encaixar em uma única categoria.</p>
<p>Seu nome é TEMPO by Porsche, o primeiro hub cultural permanente da marca nas Américas – e, não, não é preciso ter um para poder experimentar as diversas camadas de experiências que o hub oferece.</p>
<p>Localizado no térreo do edifício Pátio Rebouças, no Jardim Paulistano, o espaço de 500 metros quadrados foi idealizado pelo artista plástico Adonis Alcici em parceria com a Porsche Brasil, com projeto de arquitetura de interiores assinado pelo Adda Arquitetura e paisagismo interno pela Sabine Morel.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Tg3TKxainIqLOAzENb2aj-scaled.webp" alt="" width="2560" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Adonis Alcici. Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
<p><span style="font-size: 14px;">À frente do Adda está a arquiteta Débora Fantinato, esposa de Adonis, o que explica um envolvimento que começou antes mesmo da definição do espaço, quando os primeiros estudos de viabilidade que estruturaram o projeto serviram de apoio até ao plano de negócios da operação.</span></figure>
<p>A proposta nasceu do desejo de criar um ambiente com atmosfera mais próxima de uma casa de experiências para vivenciar o universo da marca do que de uma mera galeria ou showroom, trazendo os carros como parte da narrativa, mas não como os únicos protagonistas.</p>
<p>O partido do projeto nasceu da vontade de fazer a experiência chegar ao visitante através dos cinco sentidos: a visão é alimentada pela arte e pelos carros, a audição pela música e pelos shows, o paladar e o olfato pela gastronomia, e o tato pela materialidade das madeiras, dos tecidos e dos metais presentes no espaço. O desafio foi equilibrar essas camadas para que nenhuma delas se sobrepusesse às outras.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0289-HDR-foto-03.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure>
<p>Outra referência que guiou o projeto é o próprio lema da casa: &#8220;Aqui o tempo não passa. Ele fica.&#8221;. A partir da imagem de uma ampulheta deitada, Débora buscou uma atmosfera acolhedora, quase doméstica, na qual as pessoas pudessem permanecer, conversar, comer, ouvir música, apreciar arte e simplesmente aproveitar o tempo, sem perder a identidade forte ligada ao universo automotivo e à Porsche.</figure>
<p>A iniciativa pretende aproximar a marca de um público mais amplo, abrindo oportunidade especial para quem quer aprofundar o relacionamento com a Porsche por meio do programa de membros, que se divide em duas modalidades de participação.</p>
<p>A primeira, Membros Fundadores, é uma camada mais exclusiva, com número limitado de vagas, direcionada especificamente a proprietários de Porsche, com adesão feita por meio de conversa pessoal.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0509-foto-04.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure>
<p>Já a segunda, chamada Ignição, é aberta a qualquer pessoa interessada em fazer parte do universo da TEMPO, independentemente de possuir um Porsche. Funciona como um programa de relacionamento, com benefícios como desconto de 10% em gastronomia (exceto bebidas alcoólicas), grupo fechado de network no WhatsApp, prioridade em experiências limitadas, compra antecipada para eventos fechados, número de membro exclusivo e permanente, além de participação em encontros fixos ao longo do mês.</figure>
<p>É dentro da Ignição que nasceu uma das histórias mais particulares da casa: o Clube Charlotte, subgrupo feminino criado para as mulheres membros. O nome homenageia Anny-Charlotte Verney, pilota francesa que disputou as 24 Horas de Le Mans dez vezes, mais do que qualquer outra mulher, nove delas ao volante de um Porsche, incluindo uma vitória na classe GT em 1978, o que lhe rendeu o título de rainha da corrida de longa distância.</p>
<p>A embaixadora do grupo é a própria Débora, e alguns dos encontros de membros passaram a ser exclusivos para mulheres; recentemente, por exemplo, a casa recebeu o Talk Empreendedoras (setembro/2026).</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0230-HDR-foto-05.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure></figure>
<p>&#8220;Para mim, participar da TEMPO é a realização de um sonho que eu jamais imaginei viver. Como mulher e também apaixonada por carros, foi muito especial poder contribuir para criar um espaço que dialoga com esse universo sem ser exclusivamente masculino. Um lugar em que diferentes pessoas possam se sentir bem-vindas, seja sozinhas, em uma mesa pequena, ou compartilhando uma grande experiência em grupo&#8221;, conta Débora.</p>
<p>Quanto a eventos privados, a TEMPO recebe um leque amplo de formatos, desde ativações e lançamentos de marcas parceiras, passando por encontros corporativos e de relacionamento com clientes, até celebrações privadas e experiências culturais, como talks e apresentações.</p>
<p>A versatilidade tem lastro na planta: projetado em L, o espaço conta com cortinas que criam divisões e dimensões distintas, permitindo receber eventos de portes diferentes sem interromper o funcionamento da casa para o público.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1617px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0623-HDR-foto-06.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure><figcaption></figcaption>O foco da casa, porém, não é estritamente cultural; a ideia é que o espaço seja versátil o suficiente para acolher diferentes formatos de experiência, sempre dentro da identidade e da atmosfera que caracterizam a casa.</figure>
<p>Há também flexibilidade em relação ao horário regular de funcionamento para eventos privados. As noites de segunda-feira, quando a casa não abre ao público, costumam ser momentos especialmente procurados para eventos com exclusividade total do espaço.</p>
<p>A gastronomia é um dos principais caminhos para essa aproximação com o público, já que o restaurante é aberto para qualquer pessoa que queira conhecer a casa e o cardápio.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0780-foto-07.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
<p>O local funciona ao longo de todo o dia, com café da manhã, almoço, jantar e brunch aos domingos.</figure>
<p>No salão, há uma redoma de vidro para apresentar os automóveis como peças de design. A proposta é que eles sejam substituídos periodicamente. Na inauguração, um Porsche 911 Carrera RS raro ocupava o destaque, cercado por livros, miniaturas, capacetes e elementos que remetem às famosas rodas Fuchs, referência que Adonis trouxe para o projeto e que aparece nas placas acústicas e nos cobogós do espaço.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/i-bDWFNdB-XL-foto-08.jpg" alt="" width="1024" height="683" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
<p>&#8220;Sempre vai ter um carro muito especial aqui, um lançamento ou um carro de coleção, incrível, que tenha muita história para contar, como uma escultura&#8221;, disse Adonis, em suas redes sociais.</figure>
<p>A TEMPO tem programação contínua, com curadoria autoral e rotatividade de obras que dialogam tanto com a cultura contemporânea quanto com momentos-chave do calendário da Porsche, como grandes corridas e eventos do automobilismo.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/i-3fFKtH8-XL-foto-09.jpg" alt="" /><figcaption>Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
</figure>
<p>Para o idealizador, o espaço cumpre uma proposta nobre: &#8220;Mais do que um novo endereço, a TEMPO by Porsche inaugura uma nova forma de relação entre marca, cultura e cidade. É um espaço que valoriza o tempo vivido com intenção, transforma encontros em memória e experiências em legado. Porque na TEMPO, o tempo não passa. Ele fica”, conclui Adonis Alcici.</p>
<p><strong>Serviço TEMPO by Porsche</strong></p>
<p>Rua Maria Carolina, 624 – Jardim Paulistano, São Paulo/SP</p>
<p>Horário de funcionamento: segunda-feira, das 10h às 18h; terça a sexta-feira, das 10h às 23h; sábado e domingo, das 9h às 23h.</p>
<p>Reservas: tempobyporsche.com/gastronomia</p>
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		<title>Garden Design 2026: a varanda como lugar de pausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 20:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A varanda deixou de ser a sobra do apartamento. Na 8ª edição da Mostra D&#38;D Garden Design, em cartaz no D&#38;D Shopping, em São Paulo, até 25 de outubro, ela é o ponto de partida: os ambientes foram pensados como varandas reais, que podem ser levadas para dentro de casa. &#8220;Com o DNA dos apartamentos, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A varanda deixou de ser a sobra do apartamento. Na 8ª edição da Mostra D&amp;D Garden Design, em cartaz no D&amp;D Shopping, em São Paulo, até 25 de outubro, ela é o ponto de partida: os ambientes foram pensados como varandas reais, que podem ser levadas para dentro de casa. &#8220;Com o DNA dos apartamentos, os espaços apresentam varandas que podem ser incorporadas às residências&#8221;, resume Angelo Derenze, diretor-geral do D&amp;D.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-29.jpeg" alt="" /><figcaption>Varanda Ybirá por Fernanda Pereira de Almeida</p>
</figcaption>Inaugurada em 21 de setembro, Dia da Árvore, a mostra reúne 18 ambientes assinados por arquitetos, paisagistas e decoradores, dez Mesas de Primavera e 30 cadeiras customizadas por nomes como Brunete Fraccaroli, Léo Shehtman e Cris Schiavoni. O tema desta edição, Jardim de Morar, é a casa vivida como lugar de pausa: espaços que acolhem, despertam memórias e aproximam o dia a dia da natureza. Mais do que a quantidade de plantas, o que diferencia os projetos é o uso da luz, das texturas e dos materiais para criar lugares onde dá vontade de ficar.</figure>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-31.jpeg" alt="" /><figcaption>Detalhe do mobiliário &#8211; Ambiente Fernanda Pereira de Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-104.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Danieli Mastropietro e Angelo Derenze, à frente da  Mostra D&amp;D Garden Design</figcaption></figure>
<p><strong>A casa que guarda memórias</strong></p>
<p>Luciano Zanardo, que participou de todas as edições da mostra, fez do Jardim de Laura uma homenagem à mãe e ao jardim que os dois sonharam juntos. O</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-10.jpeg" alt="" /><figcaption>Mobiliário da Arekka, luminárias de cortiça e latão da Bertolucci</figcaption></figure>
<p>e os vasos em cimento craquelado da L&#8217;Oeil formam um repertório de materiais naturais e de toque quente. A obra &#8220;Impulso da Mata&#8221; é do artista Gui Mancini, parceiro de Zanardo também no ambiente da SOS Mata Atlântica, ONG apoiadora do evento, voltado à conscientização ambiental.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Luciano-Zanardo-1.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Jardim de Laura by Luciano Zanardo</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Luciano-Zanardo-e-Gui-Mancini-2.jpeg" alt="" /></figure>
<p>A arquiteta e paisagista Cris Castro partiu da Ilha da Madeira e das avós portuguesas para criar Memórias de um Quintal Português. A oliveira, os antúrios e a renda que pertenceram a elas estão no ambiente, assim como o oratório, presença constante na casa das avós, e as luminárias artesanais, ambos feitos por um primo da arquiteta. Lenços portugueses revestem as poltronas da Beity, arrematadas com cordas náuticas, e a estante é da Ilustre. &#8220;As lareiras, da Construflama, representam a luz delas no ambiente&#8221;, diz Cris.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Cristiana-Castro-2.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Memórias de um Quintal Português by Cris Castro</figcaption></figure></figure>
<p><strong>O tempo da luz</strong></p>
<p>Alice Izumi deu ao seu espaço o nome de uma hora. Quintal 17h48 é o fim de tarde, quando a luz dourada baixa e convida a parar. Um balanço traz de volta a leveza da infância, e a porta em Azul Real, da Pormade, dá cor ao ambiente sobre o piso da Lepri Cerâmicas.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Alice-Izumi-1.jpeg" alt="" width="1080" height="1620" /><figcaption class="wp-caption-text">Quintal 17h48 by Alice Izumi</figcaption></figure></figure>
<p>No Jardim da Luz, o paisagista Ricardo Pessuto trabalhou com poucos elementos: pedras, sombra e uma lanterna da Lampu Natural Home como ponto de luz. &#8220;Optei apenas por palmeiras Livistona e um ambiente meia sombra&#8221;, explica. As plantas são da Atmosphera Plantas e as flores de corte, da Florada Folhagens.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Ricardo-Pessuto-4.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Jardim da Luz by Ricardo Pessuto</figcaption></figure></figure>
<p>Estreante na mostra, Mariana Maggiori apostou na textura como forma de acalmar. Casa em Si combina verde e aconchego com vasos vietnamitas feitos e pintados à mão, da L&#8217;Oeil, a chaise Kamari, da Artefacto, para áreas externas, e tapete By Kamy. &#8220;As texturas e tramas conversam entre si, trazendo serenidade&#8221;, diz.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Mariana-Maggiori-2.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Casa em Si by Mariana Maggiori</figcaption></figure></figure>
<p><strong>Raízes que atravessam territórios</strong></p>
<p>Na varanda Ybirá, palavra de origem tupi associada à árvore e à madeira, Fernanda Pereira de Almeida resgata referências brasileiras na rede, nas luminárias e nas plantas nativas. O piso e o cobogó são da Lepri, a poltrona é da Hio, e os vasos, o quadro e a banqueta, da L&#8217;Oeil.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Fernanda-Paisagismo-2.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">varanda Ybirá by Fernanda Pereira de Almeida</figcaption></figure></figure>
<p>Denise Cantisani buscou na Ágora da Grécia Antiga, praça do encontro e da conversa, a ideia da varanda Ágora Verde. A mesa de pedra Guatemala, da Dpot, reúne as pessoas em torno de espécies brasileiras e frutíferas. &#8220;Trouxe várias espécies brasileiras, como samambaia fita-de-cigana, xanadu e begônia, além de árvores frutíferas, como jabuticabeira e uvaia&#8221;, conta. A adega da Crissair, os tapetes By Kamy e um cachorro caramelo completam a cena.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Denise-Cantisani-2.jpeg" alt="" width="1080" height="1620" /><figcaption class="wp-caption-text">Varanda Ágora Verde by Denise Cantisani</figcaption></figure></figure>
<p>Cintia Rua e Natalia Salcedo assinam O Pulsar da Terra e suas Raízes, uma leitura das origens africanas em madeira bruta, cerâmica artesanal, fibras trançadas e tons terrosos. O pergolado de bambu em biriba eucalipto é de Roni Maioli, as luminárias de reflexo são da Vinhelux e, entre as plantas da Flora Flores, está a gloriosa, espécie de origem africana.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Cintia-Rua-e-Natalia-Salcedo-3.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">O Pulsar da Terra e suas Raízes by Cintia Rua e Natalia Salcedo</figcaption></figure></figure>
<p>Em Tempo no Jardim, Ana Talavera fala de raízes que atravessam territórios e florescem no Brasil. A oliveira vem da Gramoterra, o piso cimentício drenante Side Walk é da Portobello Shop e a poltrona da Green House leva a assinatura do Studio Pininfarina, conhecido pelos projetos para a Ferrari. Vasos com fontes, da Japi Design, e jardineiras modulares em metal completam um projeto pensado também para varandas.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1707px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-62-scaled.jpeg" alt="" width="1707" height="2560" /><figcaption class="wp-caption-text">Tempo no Jardim by Ana Talavera</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1707px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-58-scaled.jpeg" alt="" width="1707" height="2560" /><figcaption class="wp-caption-text">poltrona da Green House</figcaption></figure></figure>
<p><strong>À mesa</strong></p>
<p>As Mesas de Primavera levam o tema para a arte de receber. Vic Meirelles aposta no laranja em Uma Mesa de Café da Manhã, com louça Le Creuset. Na mesa Kim, Pessutoo traz o espírito das montanhas vietnamitas, com cerâmicas balinesas em contraponto ao metal e ao cobre e objetos da L&#8217;Oeil, St. James, Spicy e Lampu. Pelos corredores, os 40 arranjos do concurso São Paulo in Bloom, idealizado por Renata Penno e Raquel Franzini, curadora do Conexão Floristas, acompanham o percurso.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Mesas-de-Primavera.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Mesas de Primavera by Vic Meirelles</figcaption></figure></figure>
<p>Entre as 30 cadeiras, uma tem história própria. Ressurgir, de Pessutoo, lembra o incêndio que atingiu o ambiente do paisagista na Casa Cor 2023. &#8220;O fogo simboliza transformação: renova caminhos, inspira novas possibilidades e marca o início de um novo ciclo.&#8221;</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-51.jpeg" alt="" /><figcaption>Cadeiras customizadas por nomes como Brunete Fraccaroli, Léo Shehtman e Cris Schiavoni</figcaption></figure>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Mostra D&amp;D Garden Design – 8ª edição</strong></p>
<p>Até 25 de outubro de 2026</p>
<p>D&amp;D Shopping: Av. das Nações Unidas, 12.555, Brooklin, São Paulo</p>
<p>Segunda a sexta, das 10h às 21h; sábado, das 10h às 20h; domingo, das 14h às 19h (mesmo horário do shopping)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p><a href="http://ded.com.br">ded.com.br</a></p>
<p><em>O The Landscape Living é media partner da Mostra D&amp;D Garden Design 2026.<br />
</em></p>
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		<item>
		<title>De Iguaçu à Pipa: os 22 hotéis com chaves Michelin do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Vistos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um novo mapa que ajuda a decidir as viagens de um ano inteiro, e ele acaba de ser atualizado. No dia 18 de setembro, o Guia Michelin revelou a sua segunda seleção mundial de hotéis, e o Brasil aparece com 22 propriedades premiadas, duas a mais do que na estreia da premiação, em 2025, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Awasi_2026_-1709-2.jpg" alt="" width="1920" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Awasi Santa Catarina. Foto: Divulgação</figcaption></figure><figcaption></figcaption>Existe um novo mapa que ajuda a decidir as viagens de um ano inteiro, e ele acaba de ser atualizado. No dia 18 de setembro, o Guia Michelin revelou a sua segunda seleção mundial de hotéis, e o Brasil aparece com 22 propriedades premiadas, duas a mais do que na estreia da premiação, em 2025, e com o maior volume de toda a América do Sul.</figure>
<p>O mesmo guia que há mais de um século aponta os melhores restaurantes do mundo passou a dizer, com chaves em vez de estrelas, onde estão as estadias que valem a viagem.</p>
<p>O sistema segue a lógica usada para a avaliação dos restaurantes: uma Chave indica uma estadia muito especial; duas, uma estadia excepcional; três, uma estadia extraordinária.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/SANTA-CATARINA-MARCO-Circuito-Termal.jpg" alt="" width="1080" height="1620" /><figcaption class="wp-caption-text">Awasi Santa Catarina. Foto: Divulgação</figcaption></figure><figcaption></figcaption>Os avaliadores são inspetores anônimos que circulam pelo mundo aplicando cinco critérios: o serviço, o custo-benefício, a personalidade do hotel, a arquitetura e a integração da propriedade com o destino que a cerca.</figure>
<p>Segundo os próprios inspetores, os viajantes de hoje preferem fazer menos viagens, ficar mais tempo em cada lugar e escolher endereços menos cheios, e é exatamente esse espírito que atravessa esta edição.</p>
<p>Se essa descrição se encaixa na sua maneira de planejar seus destinos, a lista brasileira funciona quase como um roteiro pronto, um país percorrido de sul a norte por hotéis que foram pensados para o hóspede ficar, e não apenas passar.</p>
<figure style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-High-Res-CAT-ACC-171024-02-fotografo-Fran-Parente-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Hotel das Cataratas, A Belmond. Foto: Fran Parente</figcaption></figure>
<figure>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-9-16-CAT-POOL-200525-12-fotografo-Gabriel-Tesserolli.jpg" alt="" width="1080" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Hotel das Cataratas, A Belmond. Foto: Gabriel Tesserolli</figcaption></figure></figure>
</figure>
<figure class="wp-block-image">No extremo sul, o Hotel das Cataratas, A Belmond, guarda um privilégio que nenhum outro hotel do país possui: é a única propriedade dentro do Parque Nacional do Iguaçu, o que significa caminhar até as quedas antes da abertura do parque ao público, nas primeiras horas do dia, quando as trilhas pertencem aos hóspedes.</figure>
<p>Perto dali, no litoral catarinense de Governador Celso Ramos, o Awasi Santa Catarina, conhecido até pouco atrás como Ponta dos Ganchos, subiu de uma para duas Chaves nesta edição, um reconhecimento do trabalho da marca chilena Awasi, que ali inaugurou a sua primeira unidade no Brasil e o seu primeiro hotel à beira-mar.</p>
<figure class="wp-block-image">
<div class="mceTemp"></div>
</figure>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-High-Res-COP-EXT-110826-01-fotografo-Francisco-Parente-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Copacabana Palace, A Belmond. Foto: Fran Parente</figcaption></figure>
<p><figure style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" style="color: #8a8a8a; font-size: 12.6px; font-style: italic; text-align: center;" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-High-Res-COP-ACC-SUI-19-fotografo-Romulo-Fialdini-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1695" /><figcaption class="wp-caption-text">Copacabana Palace, A Belmond. Foto: Romulo Fialdini</figcaption></figure></figure>
<p>No Rio, a lista confirma os endereços que definem a cidade: o Copacabana Palace, A Belmond, com as suas duas Chaves, segue como o grande palco da orla, e o Hotel Santa Teresa Rio MGallery, no coração do bairro das ladeiras, traduz a versão mais bohêmia e artística do Rio. Na direção do mar verde, o Fasano Angra dos Reis completa o conjunto.</figure>
<p>São Paulo merece um parágrafo à parte, porque foi a cidade que mais estreou na seleção: o Hotel Unique, com a arquitetura em forma de barco invertido assinada por Ruy Ohtake, e o Tivoli São Paulo Mofarrej, recém-renovado, entraram agora com Uma Chave, e somam-se a nomes que já estavam lá, como Emiliano, Fasano, Palácio Tangará, com duas Chaves, e Pulso Hotel Faria Lima.</p>
<p>O Rosewood São Paulo (<a href="https://thelandscapeliving.com/um-novo-destino-no-coracao-de-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener">Confira nossa matéria do hotel do Rosewood</a>), que mantém as suas Três Chaves, vive a sua melhor semana: no dia 15 de setembro, três dias antes do anúncio do Michelin, a lista internacional 50 Best Hotels o posicionou como o sexto melhor hotel do mundo e o melhor da América do Sul.</p>
<figure class="wp-block-image"><figcaption>
<figure class="wp-block-image">
<div class="mceTemp"></div>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A0539.jpg-scaled.jpeg" alt="" /><figcaption>Botanique Hotel &amp; Spa. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure><figcaption></figcaption><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A0231-Botanique-Foto-por-Julia-Dala-Rosa.jpg.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Botanique Hotel &amp; Spa. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure></figure>
</figcaption></figure>
<p>Já quem procura uma dose extra de natureza no interior do estado, encontra o Fasano Boa Vista, em Porto Feliz, e o Botanique Hotel &amp; Spa, na Serra da Mantiqueira, em Campos do Jordão.</p>
<p>O litoral do nordeste, afinal, é onde a lista brasileira mostra a sua maior riqueza: na Bahia, o Fasano Salvador e o Fera Palace Hotel representam a capital, o Fasano Trancoso e o Barracuda Hotel &amp; Villas marcam o sul do estado, e o Txai Resort traduz o espírito de Itacaré.</p>
<p>Em Alagoas, o Kenoa Exclusive Beach &amp; Spa Resort ergue-se sobre uma falésia em Barra de São Miguel; no Ceará, o Carmel Taíba ocupa uma praia de pescadores em São Gonçalo do Amarante; e, no Rio Grande do Norte, o Toca da Coruja espera na Praia da Pipa.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A5322-Carmel-Taiba-Foto-por-Julia-Dala-Rosa.jpg.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Carmel Taíba Exclusive Resort. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image"></figure>
</figure>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A5164-Botanique-Foto-por-Julia-Dala-Rosa.jpg.jpeg" alt="" /><figcaption>Carmel Taíba Exclusive Resort. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure>
<p>São oito estados representados, do Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, à Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, um raio de viagem que atravessa cachoeiras, serras, metrópoles e mar.</p>
<p>O que estas 22 chaves revelam é que a hotelaria brasileira de alto padrão amadureceu na direção certa: lugares com identidade, enraizados na paisagem e desenhados para estadias longas. O guia se encarregou de dizer isso ao mundo; resta escolher o primeiro endereço da lista para a próxima viagem.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/01.jpg" alt="" width="1080" height="810" /><figcaption class="wp-caption-text">Rosewood São Paulo. Foto: Acervo da redação</figcaption></figure><figcaption></figcaption></figure>
<figure class="wp-block-image"><strong>Lista completa: os 22 hotéis brasileiros com Chave Michelin</strong></figure>
<p><strong><em>Três Chaves:</em></strong></p>
<ul>
<li>Rosewood São Paulo (SP)</li>
<li>Hotel das Cataratas, A Belmond (Foz do Iguaçu, PR)</li>
</ul>
<p><strong><em>Duas Chaves:</em></strong></p>
<ul>
<li>Awasi Santa Catarina (SC)</li>
<li>Copacabana Palace, A Belmond (RJ)</li>
<li>Palácio Tangará (SP)</li>
</ul>
<p><strong><em>Uma Chave:</em></strong></p>
<ul>
<li>Hotel Unique (SP) · novo</li>
<li>Tivoli São Paulo Mofarrej (SP)</li>
<li>Emiliano São Paulo (SP)</li>
<li>Fasano São Paulo (SP)</li>
<li>Fasano Boa Vista (SP)</li>
<li>Fasano Angra dos Reis (RJ)</li>
<li>Fasano Salvador (BA)</li>
<li>Fasano Trancoso (BA)</li>
<li>Barracuda Hotel &amp; Villas (BA)</li>
<li>Fera Palace Hotel (BA)</li>
<li>Txai Resort (BA)</li>
<li>Botanique Hotel &amp; Spa (SP)</li>
<li>Carmel Taíba Exclusive Resort (CE)</li>
<li>Kenoa Exclusive Beach &amp; Spa Resort (AL)</li>
<li>Toca da Coruja (RN)</li>
<li>Hotel Santa Teresa Rio MGallery (RJ)</li>
<li>Pulso Hotel Faria Lima (SP)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Uma tarde para rever amigos, fechar negócios e arrematar cavalos de elite: o 2º Leilão Kafe Ranch acontece em outubro</title>
		<link>https://thelandscapeliving.com/uma-tarde-para-rever-amigos-fechar-negocios-e-arrematar-cavalos-de-elite-o-2o-leilao-kafe-ranch-acontece-em-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de qualquer lote, antes de qualquer lance, há a chegada. E na Fazenda Vila Rica, em Itatiba (SP), o caminho até o evento já é uma experiência: uma alameda ladeada por árvores enormes, uma entrada imponente e, no meio de tudo isso, uma casa de 1860 preservada com o cuidado de quem sabe que [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-236.jpg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
<p>Antes de qualquer lote, antes de qualquer lance, há a chegada. E na Fazenda Vila Rica, em Itatiba (SP), o caminho até o evento já é uma experiência: uma alameda ladeada por árvores enormes, uma entrada imponente e, no meio de tudo isso, uma casa de 1860 preservada com o cuidado de quem sabe que certos lugares não se explicam, se vivenciam.</p>
<p>É nesse cenário que o Kafe Ranch realiza, no dia 24 de outubro, às 15h30, o seu 2º leilão, em evento exclusivo a convidados.</p>
<p>A equipe Kafe Ranch conta que o desejo é simples e difícil de executar ao mesmo tempo: que cada pessoa, ao chegar, sinta que está em um lugar especial, mas com a leveza de quem chega à casa de amigos.</p>
<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-411.jpg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Ambientação da primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
<p><span style="font-size: 14px;">Para isso, o palco do evento é uma tenda cristal cercada por vegetação, com cenografia pensada nos mínimos detalhes, sempre com o conforto dos convidados e o bem-estar dos animais como pauta. E nada disso nasce de última hora; a preparação leva de seis a oito meses, entre a escolha do local, o projeto do evento e a montagem.</span></p>
<p>O dia começa cedo para a equipe, que confere os animais, organiza a recepção e ajusta a transmissão ao vivo, mas para os convidados a tarde abre em outro tom. Uma banda country recebe as pessoas enquanto a gastronomia e as bebidas vão ocupando os espaços de convivência, e as conversas seguem seu curso natural, entre amigos que não se veem há tempos, novos contatos, cavalos, negócios e família.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-34.jpg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Ambientação da primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
<p>Neste ano, os convidados também encontrarão estandes de parceiros do universo equestre, como a SmartRanch, plataforma de inteligência artificial dedicada ao bem-estar dos cavalos.</figure>
<p>Na hora do leilão, cada lote é apresentado com suas principais informações, genética, histórico e características, e então os lances começam, tanto entre os presentes quanto pela transmissão ao vivo.</p>
<p>Entre uma venda e outra, o telão exibe conteúdos que contam a história dos animais e a trajetória do Kafe Ranch, mantendo o público conectado ao que acontece na pista. E o evento não termina com o último lote: os convidados seguem no local para celebrar os resultados e aproveitar o restante da noite.</p>
<figure class="wp-block-image"><figcaption>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-35.jpg" alt="" />Primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figure>
</figcaption></figure>
<p>Entre os destaques desta edição, a equipe Kafe Ranch apresenta:</p>
<ul>
<li>Coberturas do garanhão Finals Bound (Gunnatrashya x Wimpys Little Chic), trazido dos Estados Unidos, descrito pela equipe como de genética ímpar e vencedor de aproximadamente US$ 300 mil em premiação;</li>
<li>Potra Magnum Chic Dream, importada, destacada pela genética, beleza e conformação;</li>
<li>Potra Hell Girl, importada, filha do garanhão Inferno Sixty Six;</li>
<li>Embriões de diversas matrizes de destaque, nacionais e importadas.</li>
</ul>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-286.jpg" alt="" /><figcaption>Primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
</figure>
<p>Enquanto os cavalos arrematados seguem para seus novos lares, a expectativa da equipe Kafe Ranch é que a lembrança daquele dia fique com todos os que estiveram presentes: do encontro com amigos, das conversas que rolaram, do ambiente entre natureza e cavalos e da sensação de ter participado de um momento que valeu a pena.</p>
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		<title>A frigideira que virou Rolex</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Vistos]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante mais de setenta anos, colecionadores de relógios chamaram certo modelo da Rolex de Padellone, frigideira em italiano. O apelido nasceu da referência 8171, um relógio de calendário completo lançado em 1949, de caixa larga e achatada para os padrões da época, formato que lembrava o utensílio, com mostrador levemente abaulado. A peça saiu de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/01-Perpetual-Padellone-18-ct-Everose-gold-03.jpg" alt="" width="1024" height="819" /><figcaption class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 18 ct Everose gold</figcaption></figure></figure>
<p>Durante mais de setenta anos, colecionadores de relógios chamaram certo modelo da Rolex de Padellone, frigideira em italiano. O apelido nasceu da referência 8171, um relógio de calendário completo lançado em 1949, de caixa larga e achatada para os padrões da época, formato que lembrava o utensílio, com mostrador levemente abaulado.</p>
<p>A peça saiu de linha nos anos 1950 e poderia ter ficado esquecida. Foram os colecionadores que a transformaram, décadas depois, em objeto de culto.</p>
<p>Em setembro, a Rolex fez algo que raramente faz: adotou o apelido como nome oficial de um produto novo, o Perpetual Padellone, apresentado em Milão, fora do calendário habitual de lançamentos da marca.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/02-Perpetual-Padellone-18-ct-Everose-gold-01.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 18 ct Everose gold</figcaption></figure>
<p>O gesto fala, antes de tudo, sobre a forma como o desejo se constrói: o valor dessa referência nasceu nas conversas entre colecionadores, nas páginas das publicações especializadas e nos leilões, e a marca apenas reconheceu, oficialmente, o nome que o público já havia dado.</p>
<p>O novo relógio também tem méritos próprios. É o primeiro Rolex em mais de setenta anos a reunir dia, data, mês e fase da lua em um mesmo mostrador, segundo a imprensa especializada internacional.</p>
<p>A marca descreve o conjunto como uma janela para o céu noturno: um disco de esmalte azul gira a cada 29,5 dias, acompanhando o ciclo lunar, e as luas cheia e nova são recortadas em meteorito, material que veio do espaço e parou no mostrador. Poucos detalhes, nas grandes casas, carregam uma poética tão simples.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/03-Perpetual-Padellone-950-platinum.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 950 platinum</figcaption></figure>
<p>O relógio chega em três versões, em ouro Everose ou platina 950, com preços internacionais entre US$ 59 mil e US$ 72 mil, segundo a Robb Report, e valores no Brasil anunciados entre R$ 481,1 mil e R$ 594 mil pela imprensa financeira.</p>
<p>Os exemplares antigos da 8171, por sua vez, registraram leilões recentes entre US$ 89,6 mil e US$ 635 mil, de acordo com dados de mercado citados por veículos especializados, o que dá a dimensão de quanto vale, também em dinheiro, o nome que os colecionadores construíram.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/04-Perpetual-Padellone-18-ct-Everose-gold-02.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 18 ct Everose gold</figcaption></figure>
<p>Ao batizar o novo relógio com o nome dado pelo público, a Rolex reconheceu algo que sempre soube em silêncio: o valor de uma referência se constrói na comunidade que a ama e a historiciza.</p>
<p>O Perpetual Padellone ganha nova engenharia, incorporando, do original, sobretudo o afeto que se formou em torno dele.</p>
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		<item>
		<title>Casa modernista assinada entre Pinheiros e Vila Madalena</title>
		<link>https://thelandscapeliving.com/casa-modernista-assinada-entre-pinheiros-e-vila-madalena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 00:41:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Residências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projetada em 1961 pelos arquitetos Carlos Lemos e Eduardo Corona, esta residência no Jardim das Bandeiras reúne arquitetura modernista e sucessivas atualizações conduzidas pelo escritório Stuchi &#38; Leite Arquitetos. Premiada e publicada ao longo de sua história, a casa ocupa um terreno de 998 m², jardins e lago. ‹ › A área social tem 108 [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">Projetada em 1961 pelos arquitetos <strong>Carlos Lemos e Eduardo Corona</strong>, esta residência no Jardim das Bandeiras reúne arquitetura modernista e sucessivas atualizações conduzidas pelo escritório Stuchi &amp; Leite Arquitetos. Premiada e publicada ao longo de sua história, a casa ocupa um terreno de <strong>998 m²</strong>, jardins e lago.</p>
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<p dir="auto">A área social tem <strong>108 m², grandes superfícies envidraçadas e integração com os jardins</strong>, enquanto a área íntima reúne três suítes. A principal conta com closet, banhos independentes e jardim privativo. Um jardim suspenso abre a vista em direção à Vila Madalena.</p>
<p dir="auto">Na área externa, uma <strong>piscina aquecida de 20 metros em formato de raia</strong> se soma aos espaços de convivência, com churrasqueira, forno de pizza e varanda coberta. Nesse ambiente, um <strong>painel de cerâmica vitrificada do artista Lula Cardoso Ayres</strong> reforça o diálogo da propriedade com arte e arquitetura.</p>
<p dir="auto">A casa conta ainda com um loft independente para hóspedes, dois escritórios e diferentes ambientes de estar, em uma região exclusivamente residencial entre Pinheiros e Vila Madalena, próxima à Praça Horácio Sabino.</p>
<p dir="auto"><strong>558 m² | 3 suítes | 6 vagas | </strong></p>
<p dir="auto"><strong>R$ 13.500.000</strong><br />
<strong>Cód. 146815</strong></p>
<p><strong>Link site: </strong><a href="https://www.bnsir.com.br/usado/comprar/sao-paulo/vila-madalena/14mm/558mts/4d/casa-modernista-assinada-no-jardim-das-bandeiras-proxima-a-praca-horacio-sabino-proxima/146815" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.bnsir.com.br/usado/comprar/sao-paulo/vila-madalena/14mm/558mts/4d/casa-modernista-assinada-no-jardim-das-bandeiras-proxima-a-praca-horacio-sabino-proxima/146815&amp;source=gmail&amp;ust=1790123576908000&amp;usg=AOvVaw0ux-zwQXF33g_1kZooGrjd">https://www.bnsir.com.<wbr />br/usado/comprar/sao-paulo/<wbr />vila-madalena/14mm/558mts/4d/<wbr />casa-modernista-assinada-no-<wbr />jardim-das-bandeiras-proxima-<wbr />a-praca-horacio-sabino-<wbr />proxima/146815</a></p>
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		<title>Uma casa que se abre para o lago, na Costa Verde</title>
		<link>https://thelandscapeliving.com/casa-a-beira-do-lago-em-portobello/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 00:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nossas Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Residências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Portobello, em Mangaratiba, onde a Mata Atlântica desce até a Baía de Ilha Grande, existe uma residência de 850 m², construída num terreno de 2.600 m², que trata o lago como parte da planta, não como paisagem de fundo. O próprio endereço já é raro: o Portobello reúne heliponto, segurança 24 horas e uma [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No Portobello, em Mangaratiba, onde a Mata Atlântica desce até a Baía de Ilha Grande, existe uma residência de 850 m², construída num terreno de 2.600 m², que trata o lago como parte da planta, não como paisagem de fundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O próprio endereço já é raro: o Portobello reúne heliponto, segurança 24 horas e uma estrutura completa de lazer dentro de uma área cercada pela paisagem da Costa Verde. É nesse contexto que a casa foi pensada, não como uma mansão isolada, mas como parte de uma geografia inteira dedicada à desconexão.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Cândido Chutorianscy projetou os dois andares inteiramente voltados para a água, e o efeito é imediato: os painéis de vidro dissolvem a linha entre dentro e fora, e é o jardim, não a decoração, que dá o tom de cada ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrada já antecipa essa relação com o natural, pedra bruta, madeira maciça, ripas de alumínio que filtram a luz antes dela chegar ao hall. Dentro, uma escada sinuosa organiza o térreo social sem fechar espaço nenhum: de um lado, o home theater; do outro, a sala de estar, ambas abertas para o mesmo horizonte de água. A sala de jantar segue esse fluxo até o espaço gourmet, pensado para durar a noite inteira, bancada central, forno de pizza, adega, sem que ninguém precise sair da conversa pra buscar mais uma taça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O spa fica no mesmo andar, e é onde a casa se revela por inteiro: pedra natural, luz baixa, a hidromassagem de frente pro jardim. É um ambiente pensado pra desacelerar, o tipo de espaço que devolve alguém ao próprio corpo depois de um dia inteiro em outro ritmo, sem precisar sair de casa pra isso. Lá fora, a piscina e o fire pit dividem o mesmo jardim com a quadra de vôlei, um espaço que muda de função conforme a hora do dia, do banho de sol ao fim de tarde ao redor do fogo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As suítes ocupam um andar só delas, reservado, guardadas do burburinho do térreo, ligadas por um mezanino que recebe luz por uma claraboia, o tipo de luz que muda de tom ao longo do dia e transforma o próprio ato de acordar. Duas delas são master, com closet, varanda e terraço próprio. Imagine acordar ali, seguir direto pro terraço e ver o lago antes mesmo do café. É esse tipo de manhã que a casa foi desenhada para oferecer, todos os dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A casa ainda reserva um andar inteiro de suporte, com copa, cozinha com ilha, lavanderia e espaço para a equipe, a estrutura que permite que o resto da casa continue simples de se viver.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine você e sua família vivendo nesse ritmo: o lago, o silêncio da mata, as manhãs no terraço. Essa casa está disponível, com exclusividade, num dos endereços mais raros da Costa Verde carioca.</span></p>
<p><b>LANDSCAPE LIVING · CASA PORTOBELLO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R$ 15,9 milhões</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Disponível para aquisição</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Bossa Nova Sotheby&#8217;s International Realty</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cód. 95790</span></p>
<p><strong>Link site: </strong><a href="https://www.bnsir.com.br/usado/comprar/praia/mangaratiba/portobello/16mm/850mts/6d/casa-de-alto-padrao-com-vista-para-o-lago-em-condominio-exclusivo/95790" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.bnsir.com.br/usado/comprar/praia/mangaratiba/portobello/16mm/850mts/6d/casa-de-alto-padrao-com-vista-para-o-lago-em-condominio-exclusivo/95790&amp;source=gmail&amp;ust=1790123071512000&amp;usg=AOvVaw0YHKFi9iw1yy95Q0I_YSYD">https://www.bnsir.com.<wbr />br/usado/comprar/praia/<wbr />mangaratiba/portobello/16mm/<wbr />850mts/6d/casa-de-alto-padrao-<wbr />com-vista-para-o-lago-em-<wbr />condominio-exclusivo/95790</a></p>
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		<title>A fotografia fine art de Bruno Boni: uma obra que nasce duas vezes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 00:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo Bruno Boni abriu sua residência no Rio de Janeiro como espaço expositivo, onde a fotografia fine art torna-se parte da experiência do cotidiano. É da convivência diária com suas próprias imagens que ele extrai o norte para cada novo clique. Diariamente, ao caminhar por sua casa, Bruno passa por um mesmo corredor. Nele, [...]</p>
<p>O post <a href="https://thelandscapeliving.com/a-fotografia-fine-art-de-bruno-boni-uma-obra-que-nasce-duas-vezes/">A fotografia fine art de Bruno Boni: uma obra que nasce duas vezes</a> apareceu primeiro em <a href="https://thelandscapeliving.com">The Landscape Living</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0945.jpg" alt="" /></figure>
<p><em>O fotógrafo Bruno Boni abriu sua residência no Rio de Janeiro como espaço expositivo, onde a fotografia fine art torna-se parte da experiência do cotidiano. É da convivência diária com suas próprias imagens que ele extrai o norte para cada novo clique.</em></p>
<p>Diariamente, ao caminhar por sua casa, Bruno passa por um mesmo corredor. Nele, há uma foto de sua própria autoria que sempre o impacta. &#8220;Camadas Cariocas&#8221; é uma composição de silhuetas icônicas da cidade onde mora (Pão de Açúcar, Pedra da Gávea e Dois Irmãos sobrepostos em camadas).</p>
<p>&#8220;Eu vejo essa foto todos os dias, então ela virou uma espécie de bússola: me lembra por que faço o que faço e qual padrão eu quero manter em cada nova obra&#8221;, conta. Viver cercado pelo próprio trabalho, explica, deixou de ser somente um lembrete do resultado para passar a fazer parte do processo: é referência, cobrança e combustível ao mesmo tempo.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0946.jpg" alt="" /></figure>
<p>A relação entre a casa e a arte que ela abriga é, segundo Bruno, simbiótica. Um ambiente se eleva com a presença da arte certa, porque um bom quadro agrega narrativa, traz sensações e cria novas camadas de sentido para o espaço e para quem mora nele.</p>
<p>Mas o caminho é de mão dupla: quando uma obra vai para a casa de alguém, ela também ganha vida própria, absorvendo características do ambiente em que está, dialogando intensamente com ele. &#8220;Essa polissemia se alimenta tanto do olhar do artista quanto da presença do colecionador&#8221;, explica.</p>
<p>A faísca que transformou a câmera em carreira acendeu em junho de 2016, em Manhattan. Bruno morava em Nova York e descobriu que ia acontecer o alinhamento da Strawberry Moon com a malha viária de Manhattan, um fenômeno que, até então, só havia sido registrado publicamente com o sol, não com a lua.</p>
<p>Ele se programou, foi até o ponto calculado e fez a imagem que ficaria conhecida como &#8220;Moonhattanhenge&#8221;. Em poucas horas, a foto teve grande repercussão, sendo republicada, inclusive, no Instagram da CNN, o que o levou a considerar seguir carreira como fotógrafo. Dez anos depois, é uma das obras com melhor aceitação do público em seu site.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Moonhattenhenge.png" alt="" /><figcaption>&#8220;Moonhattanhenge&#8221; – Foto autoral de Bruno com ambientação feita em IA.</figcaption></figure>
<p>Mas o olhar que capturou aquela imagem foi moldado muito antes, em uma formação que, à primeira vista, pouco parece ter a ver com fotografia. Formado em Economia pela PUC-Rio, com mestrado em Estudos de Sustentabilidade pela Columbia University, afirma que essa formação ainda ecoa no olhar fotográfico de maneira intensa.</p>
<p>Muitas de suas imagens tentam transmitir a relação entre o humano e a natureza, como &#8220;Moonhattanhenge&#8221;, &#8220;Lua e Bondinho do Pão de Açúcar&#8221; e &#8220;Stairway to Heaven&#8221;. Há também uma convicção que vem da sustentabilidade e que orienta parte de seu trabalho com vida selvagem: você só pode preservar aquilo que conhece.</p>
<p>Ele fotografava há décadas, mas por muito tempo as imagens ficaram restritas a um disco rígido pessoal. &#8220;Tinha a técnica, o planejamento meteorológico e astronômico, a pesquisa do comportamento e endemismo de certos animais, mas sem muita atenção às qualidades artísticas daquela imagem”, recorda.</p>
<p>Com o passar dos anos, desenvolveu também esse olhar, buscando eliminar elementos de distração e tornar cada imagem mais harmoniosa; a fotografia já era sua linguagem muito antes de virar carreira. É desse olhar intencionalmente apurado que nasce cada obra.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Rio-4000-graus.png" alt="" /><figcaption>“Rio 4000 graus” – Foto autoral de Bruno com ambientação feita em IA.</figcaption></figure>
<p>São vários elementos que se combinam no momento do registro: a busca pelo ineditismo, o alinhamento calculado, o clique com perfeição técnica. Algumas imagens se tornam verdadeiros desafios.</p>
<p>A obra pronta, no entanto, não encerra o processo. Quem define o espaço que ela vai ocupar é o colecionador, porque é aí que ela nasce de novo, dessa vez para ele.</p>
<p>Todas as obras têm disponibilidade em diferentes tamanhos para que o colecionador tenha flexibilidade de escolha e encontre o formato que melhor dialoga com o próprio ambiente, mas uma exigência sua é inegociável: as versões maiores precisam manter resolução suficiente para que quem se aproxime da obra consiga ver detalhes.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0947.jpg" alt="" /></figure>
<p>Para ajudar o colecionador a visualizar a obra em seu próprio espaço, Bruno criou imagens de ambientação com inteligência artificial para o site. A ideia nasceu de uma constatação prática: imprimir e pendurar todas as obras para fazer simulações reais é completamente inviável, e muitos colecionadores preferem manter a privacidade do próprio espaço, o que é compreensível.</p>
<p>Quando a pessoa vê apenas a imagem no site, é natural que não consiga projetar como ela fica em formato de quadro. As ambientações criadas com IA preenchem essa lacuna, possibilitando que as pessoas imaginem a obra exposta em diferentes contextos.</p>
<p>É importante deixar claro, porém, que o uso dessa tecnologia é estratégico e bem específico: ela entra apenas para criar a ambientação no site; jamais na edição das fotografias.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Cometa-e-Cristo.png" alt="" /><figcaption>“Cometa e Cristo” – Foto autoral de Bruno com ambientação feita em IA.</figcaption></figure>
<p>Outra estratégia à qual recorre sempre que pode para ajudar o colecionador é proporcionar visitas a um lugar bem especial, que inspirou a temática dessa matéria: sua própria casa.</p>
<p>Além de moradia, ela funciona também como espaço expositivo, como se fosse uma casa-museu, com visitas mediante agendamento. Essa é uma forma de dar acesso ao universo que existe por trás das obras, um pouco do mesmo impulso que o leva a publicar vídeos no Instagram (@brunoboni): mostrar o que está por trás da busca pela perfeição técnica e, principalmente, ajudar as pessoas a sentirem como seria ter aquele trabalho no próprio espaço.</p>
<p>A experiência é diferente de ir a uma galeria; a distância entre artista e público é muito menor. Ver as reações ao vivo já lhe deu ideias de imagens que pretende fotografar em um futuro próximo.</p>
<p>Antes de sugerir uma obra para um espaço específico, Bruno faz uma pergunta simples e, ao mesmo tempo, difícil de responder com sinceridade: &#8220;O que te emociona?&#8221; A resposta, diz ele, revela muito mais sobre qual obra vai fazer sentido para aquela pessoa do que qualquer descrição de metragem ou paleta de cores. É o ponto onde a curadoria deixa de ser técnica e passa a ser intuitiva, guiada por algo que não cabe em uma ficha de especificação.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/No-da-Paulista.png" alt="" /><figcaption>“Nó da Paulista” – Foto autoral de Bruno com ambientação feita em IA.</figcaption></figure>
<p>A diferença entre decorar um ambiente e transformá-lo através da arte tem, para Bruno, contornos técnicos e conceituais. O acabamento museológico e o refinamento de cada impressão fazem parte, mas o que considera mais importante é outra coisa: cada obra é uma cópia numerada, com certificado de autenticidade, o que permite que ela seja tratada como ativo e ganhe valorização ao longo do tempo.</p>
<p>&#8220;Cometa e Cristo&#8221;, por exemplo, nunca mais poderá ser refeita, porque aquele cometa se desintegrou. Apenas cinco pessoas no mundo poderão ter essa imagem na versão maior, de 120 por 150 centímetros. É esse tipo de raridade que respeita o colecionador e sustenta uma curva real de valorização da obra.</p>
<p>Bruno relata que o mercado brasileiro de arte vive um momento de maturação perceptível, sendo o Brasil já tratado como um dos mercados de referência para compra e circulação de arte no mundo, ao lado de praças como Estados Unidos e Reino Unido.</p>
<p>Na fotografia fine art, isso se manifesta de um jeito peculiar: colecionadores mais jovens têm mais disposição para comprar fotografias, saindo um pouco das artes plásticas como tradicionalmente conhecidas.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Colossos-Acrobatas-III.png" alt="" /><figcaption>“Colossos acrobatas III” – Foto autoral de Bruno com ambientação feita em IA.</figcaption></figure>
<p>Formatos como tiragem limitada e edições numeradas, que a fotografia adota naturalmente, ganham espaço porque permitem entrar nesse universo com mais liberdade, sem a pressão de um investimento único e irrepetível como acontece em uma pintura de peça única.</p>
<p>A fotografia fine art carrega também uma conexão emocional quase imediata com quem olha, algo que conversa bem com um público, incluindo arquitetos, que busca obras com sensibilidade e significado real para os ambientes.</p>
<p>Quando alguém leva uma de suas obras para casa, Bruno espera que ali seja um ponto de parada na correria do dia a dia. &#8220;A ideia é que a obra vire uma espécie de âncora, algo que te lembra de alguma coisa importante toda vez que você passa por ali, mesmo sem parar para pensar conscientemente nisso&#8221;, diz. &#8220;Se eu conseguir isso, o ciclo do nascimento da foto está completo.&#8221;</p>
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		<title>Um novo destino no coração de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 00:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poucos passos da Avenida Paulista, jardins, gastronomia, cultura, hotelaria, arquitetura contemporânea e patrimônio histórico convivem em um território que oferece diferentes motivos para chegar, e para voltar. MATA São Paulo e Rosewood São Paulo fazem parte desse território, que integra a Cidade Matarazzo, projeto que começou a tomar forma em 2007, a partir da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="lle-editor-video"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/G4lWrphxVck" title="Vídeo do YouTube" loading="lazy" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div><br />
<span style="font-weight: 400;">A poucos passos da Avenida Paulista, jardins, gastronomia, cultura, hotelaria, arquitetura contemporânea e patrimônio histórico convivem em um território que oferece diferentes motivos para chegar, e para voltar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">MATA São Paulo e Rosewood São Paulo fazem parte desse território, que integra a Cidade Matarazzo, projeto que começou a tomar forma em 2007, a partir da recuperação do antigo conjunto hospitalar idealizada pelo empresário francês Alexandre Allard.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase duas décadas depois, essa transformação já não é a história de um lugar que vai mudar. É um destino em funcionamento, vivido por moradores, visitantes e por quem simplesmente chega para almoçar, caminhar, encontrar pessoas ou descobrir o que existe por ali.</span></p>
<h2><b>Um lugar pensado para ser vivido</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A visão de Alexandre Allard para o projeto partiu da possibilidade de criar não apenas um empreendimento, mas um lugar capaz de reunir diferentes dimensões da vida urbana.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_1986-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao falar sobre essa ideia, Allard volta às pessoas, aos encontros e àquilo que um espaço pode proporcionar. É nesse contexto que define seu trabalho como a criação de </span><b>“ecossistemas de vida”</b><span style="font-weight: 400;">, voltados a proporcionar </span><b>“momentos de vida”</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia ajuda a compreender o que acontece hoje nesse território. Hotelaria, gastronomia, cultura, arquitetura, arte e natureza não aparecem como experiências isoladas, mas como partes de um lugar pensado para ser vivido de diferentes maneiras, e por diferentes públicos.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/04.jpg" alt="" /></p>
<h2><b>Arquitetura de museu, mas para atravessar todo dia</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das experiências mais interessantes de caminhar por esse endereço é encontrar arquiteturas separadas por mais de um século a poucos metros umas das outras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A histórica </span><b>Capela Santa Luzia</b><span style="font-weight: 400;">, restaurada e ainda em funcionamento, convive com a contemporânea </span><b>Torre Mata Atlântica</b><span style="font-weight: 400;">, concebida pelo arquiteto francês </span><b>Jean Nouvel</b><span style="font-weight: 400;">, vencedor do Prêmio Pritzker e autor de projetos como o Institut du Monde Arabe e a Fondation Cartier, em Paris.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/02.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O encontro poderia provocar ruptura. No lugar disso, patrimônio, arquitetura contemporânea e natureza passam a fazer parte de um mesmo percurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Torre Mata Atlântica, que integra o Rosewood São Paulo, a vegetação participa da própria arquitetura. Mais de 250 árvores, além de outras espécies, ajudam a filtrar a luz, criar privacidade e modificar a percepção do edifício ao longo do dia. A concepção paisagística é do escritório de </span><b>Benedito Abbud</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_2035-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Percorrendo os jardins, essa relação fica mais evidente do que nas plantas ou fotografias do projeto. A paisagem aparece ora como jardim, ora como percurso, sombra, enquadramento da arquitetura e até elemento de privacidade. Sob as copas, obras de arte surgem entre a vegetação e novas perspectivas dos edifícios aparecem conforme avançamos pelo lugar.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_2171-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi justamente sobre essa relação que conversamos com Benedito Abbud durante a produção desta matéria. Para ele, a vegetação é o elemento capaz de conectar arquiteturas e tempos distintos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A vegetação funciona como o elemento que costura tudo isso.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Mata Atlântica é uma das grandes referências do projeto paisagístico, trazendo espécies brasileiras para um dos trechos mais densamente construídos de São Paulo e contribuindo para a sensação de estar em um oásis em meio à cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado parece natural, mas Benedito lembra:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Hoje você chega aqui e parece quase óbvio que o lugar seja assim. Mas esse óbvio foi totalmente construído.”</span></p>
<h2><b>Rosewood São Paulo: entre os melhores hotéis do mundo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Rosewood São Paulo</b><span style="font-weight: 400;"> ocupa duas arquiteturas de tempos distintos: o edifício histórico restaurado e a contemporânea Torre Mata Atlântica, concebida por Jean Nouvel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em setembro de 2026, o hotel alcançou a </span><b>6ª posição no The World’s 50 Best Hotels</b><span style="font-weight: 400;">, reforçando sua projeção internacional.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/03.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob a direção artística de </span><b>Philippe Starck</b><span style="font-weight: 400;">, os interiores partem de uma imersão na cultura brasileira. Madeiras, pedras e materiais de origem nacional, mobiliário, arte e trabalhos de artistas e artesãos brasileiros aparecem ao longo dos ambientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A arte não está concentrada em uma galeria. Mais de </span><b>450 obras de artistas e artesãos brasileiros</b><span style="font-weight: 400;"> estão distribuídas pelo hotel, muitas delas criadas especificamente para os espaços que ocupam. É possível encontrá-las nos quartos, corredores e áreas comuns, incorporadas à experiência cotidiana do lugar.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/07.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na visita às suítes da Torre Mata Atlântica, uma das relações que mais chama a atenção é a proximidade da vegetação. As árvores filtram a luz, preservam a privacidade e, em alguns pontos, fazem com que a fronteira entre interior e exterior praticamente desapareça.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/06.jpg" alt="" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gastronomia, bem-estar e a localização a poucos passos da Avenida Paulista completam a experiência, fazendo do Rosewood não apenas uma opção de hospedagem, mas também um dos motivos para conhecer esse endereço.</span></p>
<h2><b>MATA São Paulo: gastronomia, cultura e novas experiências</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>MATA São Paulo</b><span style="font-weight: 400;"> reúne gastronomia, cultura, moda, encontros e convivência, criando diferentes razões para chegar, e para retornar em outros horários, com outras pessoas e outras intenções.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_2150-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Restaurantes e diferentes operações dividem espaço com áreas de convivência, programação cultural e pequenos quiosques que aproximam o lugar de quem passa por ali. Arte, artesanato, comidinhas e outras descobertas aparecem pelo percurso e convidam o visitante a entrar, caminhar e permanecer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Espaços como o </span><b>MataLab e Mata Città</b><span style="font-weight: 400;"> ampliam essa programação, enquanto a </span><b>Casa Bradesco</b><span style="font-weight: 400;"> acrescenta exposições e atividades culturais ao endereço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gastronomia ocupa um espaço importante nessa experiência e ajuda a manter o lugar em movimento ao longo do dia.</span></p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/IMG_2153-scaled.jpg" alt="" /></figure>
</figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O território abriga ainda o </span><b>AYA</b><span style="font-weight: 400;">, edifício corporativo que acrescenta outra dimensão de uso ao endereço e traz para o cotidiano do lugar pessoas que trabalham e circulam por ali diariamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais interessante do que uma programação única é justamente essa sucessão de possibilidades. O mesmo endereço pode ser destino de um almoço ou jantar, de uma exposição, de uma reunião, de um evento ou simplesmente de uma caminhada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, entre uma experiência e outra, a paisagem permanece como fio condutor.</span></p>
<h2><b>Um lugar para viver São Paulo de outra maneira</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência não termina nos limites dos edifícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na conexão com a Avenida Paulista e na </span><b>Alameda Rio Claro</b><span style="font-weight: 400;">, materiais, drenagem, vegetação e espaços destinados ao pedestre foram repensados para estabelecer uma relação mais próxima com a cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Benedito Abbud chama intervenções como essas de </span><b>“gentilezas urbanas”</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/05.jpg" alt="" /></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A vegetação participa da organização dos percursos e pequenas decisões de projeto interferem diretamente na experiência de quem simplesmente atravessa esse pedaço da Bela Vista,  mesmo sem entrar em um hotel, restaurante ou loja.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase duas décadas depois do início do projeto, o lugar continua em movimento. Novos espaços chegam, a vegetação amadurece e diferentes experiências continuam surgindo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante nossa visita, ficou claro que compreender esse território apenas por seus edifícios, restaurantes ou mesmo pelo paisagismo seria reduzir aquilo que acontece ali. É no percurso entre essas experiências,  e na maneira como uma conduz à outra que o lugar revela sua identidade.</span></p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/08.jpg" alt="" /></figure>
</figure>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível chegar para almoçar e se deparar com uma arquitetura surpreendente, encontrar obras de arte pelo caminho, caminhar sob as árvores, descobrir uma exposição ou simplesmente escolher um lugar para sentar e observar o movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que devolver vida a um conjunto histórico, a transformação criou novos motivos para viver esse pedaço de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase duas décadas depois do início dessa transformação, talvez esse seja seu resultado mais interessante: </span><b>um endereço que deixou de ser apenas um conjunto de projetos para se tornar um lugar onde São Paulo acontece de muitas maneiras.</b></p>
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		<title>Amancaya: Aman prepara um novo refúgio entre o mar e a natureza das Bahamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Em alta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Aman Group prepara a chegada do Amancaya, novo resort em uma das regiões mais extraordinárias do arquipélago de Exuma, nas Bahamas, destino famoso por suas paisagens naturais deslumbrantes. Concebido como um refúgio exclusivo em uma ilha privativa, o empreendimento combinará hospedagem, residências de alto padrão e uma estrutura voltada ao bem-estar e à conexão [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Aman Group prepara a chegada do Amancaya, novo resort em uma das regiões mais extraordinárias do arquipélago de Exuma, nas Bahamas, destino famoso por suas paisagens naturais deslumbrantes. Concebido como um refúgio exclusivo em uma ilha privativa, o empreendimento combinará hospedagem, residências de alto padrão e uma estrutura voltada ao bem-estar e à conexão com a natureza.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Aman-Residences-Amancaya-–-Villa-Exterior-Front-View-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p>Cercado pelo azul profundo e cristalino do mar, por extensas faixas de areia branca e pela exuberância da flora nativa &#8211; além de condições de nível internacional para mergulho e passeios de barco -, o Amancaya contará com um hotel de 36 pavilhões e uma coleção limitada de Aman Residences. A proposta é oferecer uma experiência de privacidade e contato com um dos cenários mais preservados do Caribe.</p>
<p>Proprietários das residências e hóspedes terão acesso a uma marina privativa, de onde poderão explorar as Exumas com liberdade e conforto. A infraestrutura incluirá ainda um beach club à beira-mar, Aman Spa e Fitness Centre cercado por paisagens naturais e trilhas, além de diferentes opções gastronômicas.</p>
<p>As residências privadas, com plantas de 3 a 5 quartos, terão piscina exclusiva e amplos espaços internos e externos, concebidos para valorizar a integração com o entorno paradisíaco. As unidades também terão acesso às instalações do resort e serão atendidas pelos serviços da Aman.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Aman-Residences-Amancaya-–-Pool-Terrace-2-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p>“Um projeto definido por sua localização única e conexão com a natureza, estamos criando um destino que reflete a filosofia duradoura da Aman de espaço e privacidade, ao mesmo tempo em que oferece serviço intuitivo, comodidades de excelência e uma colaboração de design inédita nas Bahamas”, afirma Vlad Doronin, Chairman e CEO do Aman Group.</p>
<p><strong>Arquitetura em diálogo com a natureza</strong></p>
<p>O renomado escritório brasileiro Jacobsen Studio foi o escolhido para projetar o conceito arquitetônico do Amancaya. A concepção do novo resort parte da simplicidade e do diálogo com o ambiente, pautada pela horizontalidade e linhas alongadas.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Aman-Residences-Amancaya-–-Villa-Interior-Living-Room-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p>As texturas são inspiradas nos corais e tons sóbrios, enquanto a materialidade — marcada por pedra, fibras trançadas e madeira envelhecida — carrega a memória do tempo e do lugar.</p>
<p>Os interiores serão assinados pelo Yabu Pushelberg. Já o projeto paisagístico ficará a cargo da Raymond Jungles, Inc., reconhecida pelo trabalho de valorização de paisagens nativas.</p>
<p>O empreendimento está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e prevê a busca pela certificação LEED, referência internacional para projetos responsáveis e sustentáveis.</p>
<p><strong>Amanvari: outro destino nas Américas</strong></p>
<p>O Amancaya integra a expansão do Aman Group pelas Américas, criando refúgios intimistas, com a hospitalidade discreta e acolhedora de uma elegante residência particular. Seu mais novo destino é o Amanvari, inaugurado no início de agosto, em East Cape, no México.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Aman-Residences-Amancaya-–-Pool-Terrace-3-scaled.jpg" alt="" /></figure>
<p>O resort funciona como porta de entrada para um dos ecossistemas marinhos mais ricos do mundo, marcado por extensos recifes de coral e cânions escondidos. À beira-mar, as Casitas se integram ao ambiente natural, oferecendo vistas panorâmicas e acesso a atividades como vela, mergulho e caminhadas, além de experiências de contato com a costa mexicana.</p>
<p><strong>Jornalista: Haydée Ribeiro</strong></p>
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