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	<title>Arquivo de Radar - The Landscape Living</title>
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	<description>Arquitetura, paisagem e a experiência de viver</description>
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	<title>Arquivo de Radar - The Landscape Living</title>
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		<title>TEMPO by Porsche: o hub que não é só para quem tem Porsche e onde mulheres têm um clube só delas.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:43:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Restaurante, galeria, lounge, carros especiais em exposição, espaço de eventos culturais, programa de membros em dois níveis e muito mais. Desde junho, São Paulo ganhou um espaço cuja proposta é não se encaixar em uma única categoria. Seu nome é TEMPO by Porsche, o primeiro hub cultural permanente da marca nas Américas – e, não, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0112-Edit.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure>
<p>Restaurante, galeria, lounge, carros especiais em exposição, espaço de eventos culturais, programa de membros em dois níveis e muito mais. Desde junho, São Paulo ganhou um espaço cuja proposta é não se encaixar em uma única categoria.</p>
<p>Seu nome é TEMPO by Porsche, o primeiro hub cultural permanente da marca nas Américas – e, não, não é preciso ter um para poder experimentar as diversas camadas de experiências que o hub oferece.</p>
<p>Localizado no térreo do edifício Pátio Rebouças, no Jardim Paulistano, o espaço de 500 metros quadrados foi idealizado pelo artista plástico Adonis Alcici em parceria com a Porsche Brasil, com projeto de arquitetura de interiores assinado pelo Adda Arquitetura e paisagismo interno pela Sabine Morel.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Tg3TKxainIqLOAzENb2aj-scaled.webp" alt="" width="2560" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Adonis Alcici. Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
<p><span style="font-size: 14px;">À frente do Adda está a arquiteta Débora Fantinato, esposa de Adonis, o que explica um envolvimento que começou antes mesmo da definição do espaço, quando os primeiros estudos de viabilidade que estruturaram o projeto serviram de apoio até ao plano de negócios da operação.</span></figure>
<p>A proposta nasceu do desejo de criar um ambiente com atmosfera mais próxima de uma casa de experiências para vivenciar o universo da marca do que de uma mera galeria ou showroom, trazendo os carros como parte da narrativa, mas não como os únicos protagonistas.</p>
<p>O partido do projeto nasceu da vontade de fazer a experiência chegar ao visitante através dos cinco sentidos: a visão é alimentada pela arte e pelos carros, a audição pela música e pelos shows, o paladar e o olfato pela gastronomia, e o tato pela materialidade das madeiras, dos tecidos e dos metais presentes no espaço. O desafio foi equilibrar essas camadas para que nenhuma delas se sobrepusesse às outras.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0289-HDR-foto-03.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure>
<p>Outra referência que guiou o projeto é o próprio lema da casa: &#8220;Aqui o tempo não passa. Ele fica.&#8221;. A partir da imagem de uma ampulheta deitada, Débora buscou uma atmosfera acolhedora, quase doméstica, na qual as pessoas pudessem permanecer, conversar, comer, ouvir música, apreciar arte e simplesmente aproveitar o tempo, sem perder a identidade forte ligada ao universo automotivo e à Porsche.</figure>
<p>A iniciativa pretende aproximar a marca de um público mais amplo, abrindo oportunidade especial para quem quer aprofundar o relacionamento com a Porsche por meio do programa de membros, que se divide em duas modalidades de participação.</p>
<p>A primeira, Membros Fundadores, é uma camada mais exclusiva, com número limitado de vagas, direcionada especificamente a proprietários de Porsche, com adesão feita por meio de conversa pessoal.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0509-foto-04.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure>
<p>Já a segunda, chamada Ignição, é aberta a qualquer pessoa interessada em fazer parte do universo da TEMPO, independentemente de possuir um Porsche. Funciona como um programa de relacionamento, com benefícios como desconto de 10% em gastronomia (exceto bebidas alcoólicas), grupo fechado de network no WhatsApp, prioridade em experiências limitadas, compra antecipada para eventos fechados, número de membro exclusivo e permanente, além de participação em encontros fixos ao longo do mês.</figure>
<p>É dentro da Ignição que nasceu uma das histórias mais particulares da casa: o Clube Charlotte, subgrupo feminino criado para as mulheres membros. O nome homenageia Anny-Charlotte Verney, pilota francesa que disputou as 24 Horas de Le Mans dez vezes, mais do que qualquer outra mulher, nove delas ao volante de um Porsche, incluindo uma vitória na classe GT em 1978, o que lhe rendeu o título de rainha da corrida de longa distância.</p>
<p>A embaixadora do grupo é a própria Débora, e alguns dos encontros de membros passaram a ser exclusivos para mulheres; recentemente, por exemplo, a casa recebeu o Talk Empreendedoras (setembro/2026).</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0230-HDR-foto-05.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure></figure>
<p>&#8220;Para mim, participar da TEMPO é a realização de um sonho que eu jamais imaginei viver. Como mulher e também apaixonada por carros, foi muito especial poder contribuir para criar um espaço que dialoga com esse universo sem ser exclusivamente masculino. Um lugar em que diferentes pessoas possam se sentir bem-vindas, seja sozinhas, em uma mesa pequena, ou compartilhando uma grande experiência em grupo&#8221;, conta Débora.</p>
<p>Quanto a eventos privados, a TEMPO recebe um leque amplo de formatos, desde ativações e lançamentos de marcas parceiras, passando por encontros corporativos e de relacionamento com clientes, até celebrações privadas e experiências culturais, como talks e apresentações.</p>
<p>A versatilidade tem lastro na planta: projetado em L, o espaço conta com cortinas que criam divisões e dimensões distintas, permitindo receber eventos de portes diferentes sem interromper o funcionamento da casa para o público.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1617px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0623-HDR-foto-06.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">TEMPO by Porsche. Foto por Jhonata Senna</figcaption></figure><figcaption></figcaption>O foco da casa, porém, não é estritamente cultural; a ideia é que o espaço seja versátil o suficiente para acolher diferentes formatos de experiência, sempre dentro da identidade e da atmosfera que caracterizam a casa.</figure>
<p>Há também flexibilidade em relação ao horário regular de funcionamento para eventos privados. As noites de segunda-feira, quando a casa não abre ao público, costumam ser momentos especialmente procurados para eventos com exclusividade total do espaço.</p>
<p>A gastronomia é um dos principais caminhos para essa aproximação com o público, já que o restaurante é aberto para qualquer pessoa que queira conhecer a casa e o cardápio.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/DSC0780-foto-07.jpg" alt="" width="1617" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
<p>O local funciona ao longo de todo o dia, com café da manhã, almoço, jantar e brunch aos domingos.</figure>
<p>No salão, há uma redoma de vidro para apresentar os automóveis como peças de design. A proposta é que eles sejam substituídos periodicamente. Na inauguração, um Porsche 911 Carrera RS raro ocupava o destaque, cercado por livros, miniaturas, capacetes e elementos que remetem às famosas rodas Fuchs, referência que Adonis trouxe para o projeto e que aparece nas placas acústicas e nos cobogós do espaço.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/i-bDWFNdB-XL-foto-08.jpg" alt="" width="1024" height="683" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
<p>&#8220;Sempre vai ter um carro muito especial aqui, um lançamento ou um carro de coleção, incrível, que tenha muita história para contar, como uma escultura&#8221;, disse Adonis, em suas redes sociais.</figure>
<p>A TEMPO tem programação contínua, com curadoria autoral e rotatividade de obras que dialogam tanto com a cultura contemporânea quanto com momentos-chave do calendário da Porsche, como grandes corridas e eventos do automobilismo.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/i-3fFKtH8-XL-foto-09.jpg" alt="" /><figcaption>Foto: Divulgação/TEMPO by Porsche</figcaption></figure>
</figure>
<p>Para o idealizador, o espaço cumpre uma proposta nobre: &#8220;Mais do que um novo endereço, a TEMPO by Porsche inaugura uma nova forma de relação entre marca, cultura e cidade. É um espaço que valoriza o tempo vivido com intenção, transforma encontros em memória e experiências em legado. Porque na TEMPO, o tempo não passa. Ele fica”, conclui Adonis Alcici.</p>
<p><strong>Serviço TEMPO by Porsche</strong></p>
<p>Rua Maria Carolina, 624 – Jardim Paulistano, São Paulo/SP</p>
<p>Horário de funcionamento: segunda-feira, das 10h às 18h; terça a sexta-feira, das 10h às 23h; sábado e domingo, das 9h às 23h.</p>
<p>Reservas: tempobyporsche.com/gastronomia</p>
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		<title>Garden Design 2026: a varanda como lugar de pausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 20:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A varanda deixou de ser a sobra do apartamento. Na 8ª edição da Mostra D&#38;D Garden Design, em cartaz no D&#38;D Shopping, em São Paulo, até 25 de outubro, ela é o ponto de partida: os ambientes foram pensados como varandas reais, que podem ser levadas para dentro de casa. &#8220;Com o DNA dos apartamentos, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A varanda deixou de ser a sobra do apartamento. Na 8ª edição da Mostra D&amp;D Garden Design, em cartaz no D&amp;D Shopping, em São Paulo, até 25 de outubro, ela é o ponto de partida: os ambientes foram pensados como varandas reais, que podem ser levadas para dentro de casa. &#8220;Com o DNA dos apartamentos, os espaços apresentam varandas que podem ser incorporadas às residências&#8221;, resume Angelo Derenze, diretor-geral do D&amp;D.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-29.jpeg" alt="" /><figcaption>Varanda Ybirá por Fernanda Pereira de Almeida</p>
</figcaption>Inaugurada em 21 de setembro, Dia da Árvore, a mostra reúne 18 ambientes assinados por arquitetos, paisagistas e decoradores, dez Mesas de Primavera e 30 cadeiras customizadas por nomes como Brunete Fraccaroli, Léo Shehtman e Cris Schiavoni. O tema desta edição, Jardim de Morar, é a casa vivida como lugar de pausa: espaços que acolhem, despertam memórias e aproximam o dia a dia da natureza. Mais do que a quantidade de plantas, o que diferencia os projetos é o uso da luz, das texturas e dos materiais para criar lugares onde dá vontade de ficar.</figure>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-31.jpeg" alt="" /><figcaption>Detalhe do mobiliário &#8211; Ambiente Fernanda Pereira de Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-104.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Danieli Mastropietro e Angelo Derenze, à frente da  Mostra D&amp;D Garden Design</figcaption></figure>
<p><strong>A casa que guarda memórias</strong></p>
<p>Luciano Zanardo, que participou de todas as edições da mostra, fez do Jardim de Laura uma homenagem à mãe e ao jardim que os dois sonharam juntos. O</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-10.jpeg" alt="" /><figcaption>Mobiliário da Arekka, luminárias de cortiça e latão da Bertolucci</figcaption></figure>
<p>e os vasos em cimento craquelado da L&#8217;Oeil formam um repertório de materiais naturais e de toque quente. A obra &#8220;Impulso da Mata&#8221; é do artista Gui Mancini, parceiro de Zanardo também no ambiente da SOS Mata Atlântica, ONG apoiadora do evento, voltado à conscientização ambiental.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Luciano-Zanardo-1.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Jardim de Laura by Luciano Zanardo</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Luciano-Zanardo-e-Gui-Mancini-2.jpeg" alt="" /></figure>
<p>A arquiteta e paisagista Cris Castro partiu da Ilha da Madeira e das avós portuguesas para criar Memórias de um Quintal Português. A oliveira, os antúrios e a renda que pertenceram a elas estão no ambiente, assim como o oratório, presença constante na casa das avós, e as luminárias artesanais, ambos feitos por um primo da arquiteta. Lenços portugueses revestem as poltronas da Beity, arrematadas com cordas náuticas, e a estante é da Ilustre. &#8220;As lareiras, da Construflama, representam a luz delas no ambiente&#8221;, diz Cris.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Cristiana-Castro-2.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Memórias de um Quintal Português by Cris Castro</figcaption></figure></figure>
<p><strong>O tempo da luz</strong></p>
<p>Alice Izumi deu ao seu espaço o nome de uma hora. Quintal 17h48 é o fim de tarde, quando a luz dourada baixa e convida a parar. Um balanço traz de volta a leveza da infância, e a porta em Azul Real, da Pormade, dá cor ao ambiente sobre o piso da Lepri Cerâmicas.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Alice-Izumi-1.jpeg" alt="" width="1080" height="1620" /><figcaption class="wp-caption-text">Quintal 17h48 by Alice Izumi</figcaption></figure></figure>
<p>No Jardim da Luz, o paisagista Ricardo Pessuto trabalhou com poucos elementos: pedras, sombra e uma lanterna da Lampu Natural Home como ponto de luz. &#8220;Optei apenas por palmeiras Livistona e um ambiente meia sombra&#8221;, explica. As plantas são da Atmosphera Plantas e as flores de corte, da Florada Folhagens.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Ricardo-Pessuto-4.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Jardim da Luz by Ricardo Pessuto</figcaption></figure></figure>
<p>Estreante na mostra, Mariana Maggiori apostou na textura como forma de acalmar. Casa em Si combina verde e aconchego com vasos vietnamitas feitos e pintados à mão, da L&#8217;Oeil, a chaise Kamari, da Artefacto, para áreas externas, e tapete By Kamy. &#8220;As texturas e tramas conversam entre si, trazendo serenidade&#8221;, diz.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Mariana-Maggiori-2.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Casa em Si by Mariana Maggiori</figcaption></figure></figure>
<p><strong>Raízes que atravessam territórios</strong></p>
<p>Na varanda Ybirá, palavra de origem tupi associada à árvore e à madeira, Fernanda Pereira de Almeida resgata referências brasileiras na rede, nas luminárias e nas plantas nativas. O piso e o cobogó são da Lepri, a poltrona é da Hio, e os vasos, o quadro e a banqueta, da L&#8217;Oeil.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Fernanda-Paisagismo-2.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">varanda Ybirá by Fernanda Pereira de Almeida</figcaption></figure></figure>
<p>Denise Cantisani buscou na Ágora da Grécia Antiga, praça do encontro e da conversa, a ideia da varanda Ágora Verde. A mesa de pedra Guatemala, da Dpot, reúne as pessoas em torno de espécies brasileiras e frutíferas. &#8220;Trouxe várias espécies brasileiras, como samambaia fita-de-cigana, xanadu e begônia, além de árvores frutíferas, como jabuticabeira e uvaia&#8221;, conta. A adega da Crissair, os tapetes By Kamy e um cachorro caramelo completam a cena.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Denise-Cantisani-2.jpeg" alt="" width="1080" height="1620" /><figcaption class="wp-caption-text">Varanda Ágora Verde by Denise Cantisani</figcaption></figure></figure>
<p>Cintia Rua e Natalia Salcedo assinam O Pulsar da Terra e suas Raízes, uma leitura das origens africanas em madeira bruta, cerâmica artesanal, fibras trançadas e tons terrosos. O pergolado de bambu em biriba eucalipto é de Roni Maioli, as luminárias de reflexo são da Vinhelux e, entre as plantas da Flora Flores, está a gloriosa, espécie de origem africana.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Cintia-Rua-e-Natalia-Salcedo-3.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">O Pulsar da Terra e suas Raízes by Cintia Rua e Natalia Salcedo</figcaption></figure></figure>
<p>Em Tempo no Jardim, Ana Talavera fala de raízes que atravessam territórios e florescem no Brasil. A oliveira vem da Gramoterra, o piso cimentício drenante Side Walk é da Portobello Shop e a poltrona da Green House leva a assinatura do Studio Pininfarina, conhecido pelos projetos para a Ferrari. Vasos com fontes, da Japi Design, e jardineiras modulares em metal completam um projeto pensado também para varandas.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1707px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-62-scaled.jpeg" alt="" width="1707" height="2560" /><figcaption class="wp-caption-text">Tempo no Jardim by Ana Talavera</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1707px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-58-scaled.jpeg" alt="" width="1707" height="2560" /><figcaption class="wp-caption-text">poltrona da Green House</figcaption></figure></figure>
<p><strong>À mesa</strong></p>
<p>As Mesas de Primavera levam o tema para a arte de receber. Vic Meirelles aposta no laranja em Uma Mesa de Café da Manhã, com louça Le Creuset. Na mesa Kim, Pessutoo traz o espírito das montanhas vietnamitas, com cerâmicas balinesas em contraponto ao metal e ao cobre e objetos da L&#8217;Oeil, St. James, Spicy e Lampu. Pelos corredores, os 40 arranjos do concurso São Paulo in Bloom, idealizado por Renata Penno e Raquel Franzini, curadora do Conexão Floristas, acompanham o percurso.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Mesas-de-Primavera.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Mesas de Primavera by Vic Meirelles</figcaption></figure></figure>
<p>Entre as 30 cadeiras, uma tem história própria. Ressurgir, de Pessutoo, lembra o incêndio que atingiu o ambiente do paisagista na Casa Cor 2023. &#8220;O fogo simboliza transformação: renova caminhos, inspira novas possibilidades e marca o início de um novo ciclo.&#8221;</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/ddgardendesign-51.jpeg" alt="" /><figcaption>Cadeiras customizadas por nomes como Brunete Fraccaroli, Léo Shehtman e Cris Schiavoni</figcaption></figure>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Mostra D&amp;D Garden Design – 8ª edição</strong></p>
<p>Até 25 de outubro de 2026</p>
<p>D&amp;D Shopping: Av. das Nações Unidas, 12.555, Brooklin, São Paulo</p>
<p>Segunda a sexta, das 10h às 21h; sábado, das 10h às 20h; domingo, das 14h às 19h (mesmo horário do shopping)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p><a href="http://ded.com.br">ded.com.br</a></p>
<p><em>O The Landscape Living é media partner da Mostra D&amp;D Garden Design 2026.<br />
</em></p>
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		<item>
		<title>De Iguaçu à Pipa: os 22 hotéis com chaves Michelin do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Vistos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um novo mapa que ajuda a decidir as viagens de um ano inteiro, e ele acaba de ser atualizado. No dia 18 de setembro, o Guia Michelin revelou a sua segunda seleção mundial de hotéis, e o Brasil aparece com 22 propriedades premiadas, duas a mais do que na estreia da premiação, em 2025, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Awasi_2026_-1709-2.jpg" alt="" width="1920" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Awasi Santa Catarina. Foto: Divulgação</figcaption></figure><figcaption></figcaption>Existe um novo mapa que ajuda a decidir as viagens de um ano inteiro, e ele acaba de ser atualizado. No dia 18 de setembro, o Guia Michelin revelou a sua segunda seleção mundial de hotéis, e o Brasil aparece com 22 propriedades premiadas, duas a mais do que na estreia da premiação, em 2025, e com o maior volume de toda a América do Sul.</figure>
<p>O mesmo guia que há mais de um século aponta os melhores restaurantes do mundo passou a dizer, com chaves em vez de estrelas, onde estão as estadias que valem a viagem.</p>
<p>O sistema segue a lógica usada para a avaliação dos restaurantes: uma Chave indica uma estadia muito especial; duas, uma estadia excepcional; três, uma estadia extraordinária.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/SANTA-CATARINA-MARCO-Circuito-Termal.jpg" alt="" width="1080" height="1620" /><figcaption class="wp-caption-text">Awasi Santa Catarina. Foto: Divulgação</figcaption></figure><figcaption></figcaption>Os avaliadores são inspetores anônimos que circulam pelo mundo aplicando cinco critérios: o serviço, o custo-benefício, a personalidade do hotel, a arquitetura e a integração da propriedade com o destino que a cerca.</figure>
<p>Segundo os próprios inspetores, os viajantes de hoje preferem fazer menos viagens, ficar mais tempo em cada lugar e escolher endereços menos cheios, e é exatamente esse espírito que atravessa esta edição.</p>
<p>Se essa descrição se encaixa na sua maneira de planejar seus destinos, a lista brasileira funciona quase como um roteiro pronto, um país percorrido de sul a norte por hotéis que foram pensados para o hóspede ficar, e não apenas passar.</p>
<figure style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-High-Res-CAT-ACC-171024-02-fotografo-Fran-Parente-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Hotel das Cataratas, A Belmond. Foto: Fran Parente</figcaption></figure>
<figure>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-9-16-CAT-POOL-200525-12-fotografo-Gabriel-Tesserolli.jpg" alt="" width="1080" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Hotel das Cataratas, A Belmond. Foto: Gabriel Tesserolli</figcaption></figure></figure>
</figure>
<figure class="wp-block-image">No extremo sul, o Hotel das Cataratas, A Belmond, guarda um privilégio que nenhum outro hotel do país possui: é a única propriedade dentro do Parque Nacional do Iguaçu, o que significa caminhar até as quedas antes da abertura do parque ao público, nas primeiras horas do dia, quando as trilhas pertencem aos hóspedes.</figure>
<p>Perto dali, no litoral catarinense de Governador Celso Ramos, o Awasi Santa Catarina, conhecido até pouco atrás como Ponta dos Ganchos, subiu de uma para duas Chaves nesta edição, um reconhecimento do trabalho da marca chilena Awasi, que ali inaugurou a sua primeira unidade no Brasil e o seu primeiro hotel à beira-mar.</p>
<figure class="wp-block-image">
<div class="mceTemp"></div>
</figure>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-High-Res-COP-EXT-110826-01-fotografo-Francisco-Parente-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1920" /><figcaption class="wp-caption-text">Copacabana Palace, A Belmond. Foto: Fran Parente</figcaption></figure>
<p><figure style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" style="color: #8a8a8a; font-size: 12.6px; font-style: italic; text-align: center;" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/Digital-High-Res-COP-ACC-SUI-19-fotografo-Romulo-Fialdini-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1695" /><figcaption class="wp-caption-text">Copacabana Palace, A Belmond. Foto: Romulo Fialdini</figcaption></figure></figure>
<p>No Rio, a lista confirma os endereços que definem a cidade: o Copacabana Palace, A Belmond, com as suas duas Chaves, segue como o grande palco da orla, e o Hotel Santa Teresa Rio MGallery, no coração do bairro das ladeiras, traduz a versão mais bohêmia e artística do Rio. Na direção do mar verde, o Fasano Angra dos Reis completa o conjunto.</figure>
<p>São Paulo merece um parágrafo à parte, porque foi a cidade que mais estreou na seleção: o Hotel Unique, com a arquitetura em forma de barco invertido assinada por Ruy Ohtake, e o Tivoli São Paulo Mofarrej, recém-renovado, entraram agora com Uma Chave, e somam-se a nomes que já estavam lá, como Emiliano, Fasano, Palácio Tangará, com duas Chaves, e Pulso Hotel Faria Lima.</p>
<p>O Rosewood São Paulo (<a href="https://thelandscapeliving.com/um-novo-destino-no-coracao-de-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener">Confira nossa matéria do hotel do Rosewood</a>), que mantém as suas Três Chaves, vive a sua melhor semana: no dia 15 de setembro, três dias antes do anúncio do Michelin, a lista internacional 50 Best Hotels o posicionou como o sexto melhor hotel do mundo e o melhor da América do Sul.</p>
<figure class="wp-block-image"><figcaption>
<figure class="wp-block-image">
<div class="mceTemp"></div>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A0539.jpg-scaled.jpeg" alt="" /><figcaption>Botanique Hotel &amp; Spa. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure><figcaption></figcaption><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A0231-Botanique-Foto-por-Julia-Dala-Rosa.jpg.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Botanique Hotel &amp; Spa. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure></figure>
</figcaption></figure>
<p>Já quem procura uma dose extra de natureza no interior do estado, encontra o Fasano Boa Vista, em Porto Feliz, e o Botanique Hotel &amp; Spa, na Serra da Mantiqueira, em Campos do Jordão.</p>
<p>O litoral do nordeste, afinal, é onde a lista brasileira mostra a sua maior riqueza: na Bahia, o Fasano Salvador e o Fera Palace Hotel representam a capital, o Fasano Trancoso e o Barracuda Hotel &amp; Villas marcam o sul do estado, e o Txai Resort traduz o espírito de Itacaré.</p>
<p>Em Alagoas, o Kenoa Exclusive Beach &amp; Spa Resort ergue-se sobre uma falésia em Barra de São Miguel; no Ceará, o Carmel Taíba ocupa uma praia de pescadores em São Gonçalo do Amarante; e, no Rio Grande do Norte, o Toca da Coruja espera na Praia da Pipa.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A5322-Carmel-Taiba-Foto-por-Julia-Dala-Rosa.jpg.jpeg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Carmel Taíba Exclusive Resort. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image"></figure>
</figure>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/0R3A5164-Botanique-Foto-por-Julia-Dala-Rosa.jpg.jpeg" alt="" /><figcaption>Carmel Taíba Exclusive Resort. Foto: Júlia Dala Rosa</figcaption></figure>
<p>São oito estados representados, do Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, à Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, um raio de viagem que atravessa cachoeiras, serras, metrópoles e mar.</p>
<p>O que estas 22 chaves revelam é que a hotelaria brasileira de alto padrão amadureceu na direção certa: lugares com identidade, enraizados na paisagem e desenhados para estadias longas. O guia se encarregou de dizer isso ao mundo; resta escolher o primeiro endereço da lista para a próxima viagem.</p>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/01.jpg" alt="" width="1080" height="810" /><figcaption class="wp-caption-text">Rosewood São Paulo. Foto: Acervo da redação</figcaption></figure><figcaption></figcaption></figure>
<figure class="wp-block-image"><strong>Lista completa: os 22 hotéis brasileiros com Chave Michelin</strong></figure>
<p><strong><em>Três Chaves:</em></strong></p>
<ul>
<li>Rosewood São Paulo (SP)</li>
<li>Hotel das Cataratas, A Belmond (Foz do Iguaçu, PR)</li>
</ul>
<p><strong><em>Duas Chaves:</em></strong></p>
<ul>
<li>Awasi Santa Catarina (SC)</li>
<li>Copacabana Palace, A Belmond (RJ)</li>
<li>Palácio Tangará (SP)</li>
</ul>
<p><strong><em>Uma Chave:</em></strong></p>
<ul>
<li>Hotel Unique (SP) · novo</li>
<li>Tivoli São Paulo Mofarrej (SP)</li>
<li>Emiliano São Paulo (SP)</li>
<li>Fasano São Paulo (SP)</li>
<li>Fasano Boa Vista (SP)</li>
<li>Fasano Angra dos Reis (RJ)</li>
<li>Fasano Salvador (BA)</li>
<li>Fasano Trancoso (BA)</li>
<li>Barracuda Hotel &amp; Villas (BA)</li>
<li>Fera Palace Hotel (BA)</li>
<li>Txai Resort (BA)</li>
<li>Botanique Hotel &amp; Spa (SP)</li>
<li>Carmel Taíba Exclusive Resort (CE)</li>
<li>Kenoa Exclusive Beach &amp; Spa Resort (AL)</li>
<li>Toca da Coruja (RN)</li>
<li>Hotel Santa Teresa Rio MGallery (RJ)</li>
<li>Pulso Hotel Faria Lima (SP)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Uma tarde para rever amigos, fechar negócios e arrematar cavalos de elite: o 2º Leilão Kafe Ranch acontece em outubro</title>
		<link>https://thelandscapeliving.com/uma-tarde-para-rever-amigos-fechar-negocios-e-arrematar-cavalos-de-elite-o-2o-leilao-kafe-ranch-acontece-em-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de qualquer lote, antes de qualquer lance, há a chegada. E na Fazenda Vila Rica, em Itatiba (SP), o caminho até o evento já é uma experiência: uma alameda ladeada por árvores enormes, uma entrada imponente e, no meio de tudo isso, uma casa de 1860 preservada com o cuidado de quem sabe que [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-236.jpg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
<p>Antes de qualquer lote, antes de qualquer lance, há a chegada. E na Fazenda Vila Rica, em Itatiba (SP), o caminho até o evento já é uma experiência: uma alameda ladeada por árvores enormes, uma entrada imponente e, no meio de tudo isso, uma casa de 1860 preservada com o cuidado de quem sabe que certos lugares não se explicam, se vivenciam.</p>
<p>É nesse cenário que o Kafe Ranch realiza, no dia 24 de outubro, às 15h30, o seu 2º leilão, em evento exclusivo a convidados.</p>
<p>A equipe Kafe Ranch conta que o desejo é simples e difícil de executar ao mesmo tempo: que cada pessoa, ao chegar, sinta que está em um lugar especial, mas com a leveza de quem chega à casa de amigos.</p>
<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-411.jpg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Ambientação da primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
<p><span style="font-size: 14px;">Para isso, o palco do evento é uma tenda cristal cercada por vegetação, com cenografia pensada nos mínimos detalhes, sempre com o conforto dos convidados e o bem-estar dos animais como pauta. E nada disso nasce de última hora; a preparação leva de seis a oito meses, entre a escolha do local, o projeto do evento e a montagem.</span></p>
<p>O dia começa cedo para a equipe, que confere os animais, organiza a recepção e ajusta a transmissão ao vivo, mas para os convidados a tarde abre em outro tom. Uma banda country recebe as pessoas enquanto a gastronomia e as bebidas vão ocupando os espaços de convivência, e as conversas seguem seu curso natural, entre amigos que não se veem há tempos, novos contatos, cavalos, negócios e família.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure style="width: 1620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-34.jpg" alt="" width="1620" height="1080" /><figcaption class="wp-caption-text">Ambientação da primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
<p>Neste ano, os convidados também encontrarão estandes de parceiros do universo equestre, como a SmartRanch, plataforma de inteligência artificial dedicada ao bem-estar dos cavalos.</figure>
<p>Na hora do leilão, cada lote é apresentado com suas principais informações, genética, histórico e características, e então os lances começam, tanto entre os presentes quanto pela transmissão ao vivo.</p>
<p>Entre uma venda e outra, o telão exibe conteúdos que contam a história dos animais e a trajetória do Kafe Ranch, mantendo o público conectado ao que acontece na pista. E o evento não termina com o último lote: os convidados seguem no local para celebrar os resultados e aproveitar o restante da noite.</p>
<figure class="wp-block-image"><figcaption>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-35.jpg" alt="" />Primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figure>
</figcaption></figure>
<p>Entre os destaques desta edição, a equipe Kafe Ranch apresenta:</p>
<ul>
<li>Coberturas do garanhão Finals Bound (Gunnatrashya x Wimpys Little Chic), trazido dos Estados Unidos, descrito pela equipe como de genética ímpar e vencedor de aproximadamente US$ 300 mil em premiação;</li>
<li>Potra Magnum Chic Dream, importada, destacada pela genética, beleza e conformação;</li>
<li>Potra Hell Girl, importada, filha do garanhão Inferno Sixty Six;</li>
<li>Embriões de diversas matrizes de destaque, nacionais e importadas.</li>
</ul>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/KafeRanch-286.jpg" alt="" /><figcaption>Primeira edição do Leilão Kafe Ranch. Foto por Mariuzzo Mídia</figcaption></figure>
</figure>
<p>Enquanto os cavalos arrematados seguem para seus novos lares, a expectativa da equipe Kafe Ranch é que a lembrança daquele dia fique com todos os que estiveram presentes: do encontro com amigos, das conversas que rolaram, do ambiente entre natureza e cavalos e da sensação de ter participado de um momento que valeu a pena.</p>
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		<title>A frigideira que virou Rolex</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em alta]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Vistos]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante mais de setenta anos, colecionadores de relógios chamaram certo modelo da Rolex de Padellone, frigideira em italiano. O apelido nasceu da referência 8171, um relógio de calendário completo lançado em 1949, de caixa larga e achatada para os padrões da época, formato que lembrava o utensílio, com mostrador levemente abaulado. A peça saiu de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/01-Perpetual-Padellone-18-ct-Everose-gold-03.jpg" alt="" width="1024" height="819" /><figcaption class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 18 ct Everose gold</figcaption></figure></figure>
<p>Durante mais de setenta anos, colecionadores de relógios chamaram certo modelo da Rolex de Padellone, frigideira em italiano. O apelido nasceu da referência 8171, um relógio de calendário completo lançado em 1949, de caixa larga e achatada para os padrões da época, formato que lembrava o utensílio, com mostrador levemente abaulado.</p>
<p>A peça saiu de linha nos anos 1950 e poderia ter ficado esquecida. Foram os colecionadores que a transformaram, décadas depois, em objeto de culto.</p>
<p>Em setembro, a Rolex fez algo que raramente faz: adotou o apelido como nome oficial de um produto novo, o Perpetual Padellone, apresentado em Milão, fora do calendário habitual de lançamentos da marca.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/02-Perpetual-Padellone-18-ct-Everose-gold-01.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 18 ct Everose gold</figcaption></figure>
<p>O gesto fala, antes de tudo, sobre a forma como o desejo se constrói: o valor dessa referência nasceu nas conversas entre colecionadores, nas páginas das publicações especializadas e nos leilões, e a marca apenas reconheceu, oficialmente, o nome que o público já havia dado.</p>
<p>O novo relógio também tem méritos próprios. É o primeiro Rolex em mais de setenta anos a reunir dia, data, mês e fase da lua em um mesmo mostrador, segundo a imprensa especializada internacional.</p>
<p>A marca descreve o conjunto como uma janela para o céu noturno: um disco de esmalte azul gira a cada 29,5 dias, acompanhando o ciclo lunar, e as luas cheia e nova são recortadas em meteorito, material que veio do espaço e parou no mostrador. Poucos detalhes, nas grandes casas, carregam uma poética tão simples.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/03-Perpetual-Padellone-950-platinum.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 950 platinum</figcaption></figure>
<p>O relógio chega em três versões, em ouro Everose ou platina 950, com preços internacionais entre US$ 59 mil e US$ 72 mil, segundo a Robb Report, e valores no Brasil anunciados entre R$ 481,1 mil e R$ 594 mil pela imprensa financeira.</p>
<p>Os exemplares antigos da 8171, por sua vez, registraram leilões recentes entre US$ 89,6 mil e US$ 635 mil, de acordo com dados de mercado citados por veículos especializados, o que dá a dimensão de quanto vale, também em dinheiro, o nome que os colecionadores construíram.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/04-Perpetual-Padellone-18-ct-Everose-gold-02.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação &#8211; Perpetual Padellone, 18 ct Everose gold</figcaption></figure>
<p>Ao batizar o novo relógio com o nome dado pelo público, a Rolex reconheceu algo que sempre soube em silêncio: o valor de uma referência se constrói na comunidade que a ama e a historiciza.</p>
<p>O Perpetual Padellone ganha nova engenharia, incorporando, do original, sobretudo o afeto que se formou em torno dele.</p>
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		<title>Empréstimo de aeronave na mira da ANAC</title>
		<link>https://thelandscapeliving.com/emprestimo-de-aeronave/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 17:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez você já tenha visto acontecer ou tenha vivido uma ou mais das seguintes situações: um amigo pede para usar a sua aeronave no fim de semana. Um sócio sugere dividir o custo de uma viagem. Um conhecido oferece &#8220;pagar só o combustível&#8221;. LABACE 2026. Foto: Divulgação Parece gentileza, um favor entre iguais. Mas, na [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez você já tenha visto acontecer ou tenha vivido uma ou mais das seguintes situações: um amigo pede para usar a sua aeronave no fim de semana. Um sócio sugere dividir o custo de uma viagem. Um conhecido oferece &#8220;pagar só o combustível&#8221;.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-063-copy.jpg" alt="" /><figcaption>LABACE 2026. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Parece gentileza, um favor entre iguais. Mas, na aviação civil brasileira, existe uma linha tênue entre o favor e o negócio – e cruzá-la, hoje, pode custar muito mais do que um tanque cheio.</p>
<p>O assunto nunca esteve tão em pauta. O setor vive um momento de expansão recorde: o Brasil transportou 129,6 milhões de passageiros em 2025, a melhor marca da história, segundo a ANAC. Ao mesmo tempo, a fiscalização mudou de patamar.</p>
<p>A colisão entre dois helicópteros no Rio de Janeiro, neste ano, recolocou no centro do debate as operações feitas fora dos limites da regulamentação. E, a partir de 2027, um novo capítulo se abre com a chegada do IPVA sobre aeronaves. Seja um jato executivo, um monomotor ou um helicóptero: as regras valem para todos.</p>
<p>“Essa é uma dúvida muito mais comum entre proprietários de aeronaves do que se imagina. Na nossa atuação, somos frequentemente procurados por pessoas que querem entender até onde podem compartilhar despesas, permitir que terceiros utilizem a aeronave ou até receber algum tipo de ressarcimento sem descaracterizar uma operação privada. O problema é que situações que parecem simples acordos entre amigos podem ter implicações regulatórias importantes. Por isso, a orientação precisa acontecer antes da operação, e não depois que ela já se tornou objeto de fiscalização.” informa Paula Soffo Hoffmann, especialista em aviação civil e sócia-diretora da FLY CGC.</p>
<p>Para quem tem ou pensa em ter uma aeronave, a pergunta que fica é prática: o que eu posso e o que eu não posso fazer com ela?</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/paula-soffo-hoffmann-raul-marinho-fly-cgc-copy.jpeg" alt="" /><figcaption>Paula Soffo Hoffmann e Raul Marinho &#8211; Foto: Divulgação FLY CGC.</figcaption></figure>
<p><strong>O que você pode fazer, sem preocupação</strong></p>
<p>Usar a própria aeronave para se deslocar, seja sozinho ou com a família, para o trabalho ou para o lazer representa vida normal, sem qualquer problema. Ter o proprietário a bordo é a situação mais simples e mais protegida pela regulamentação. Nesse cenário, não há o que temer.</p>
<p><strong>O que você não pode fazer</strong></p>
<p>Transportar pessoas mediante pagamento – direto, disfarçado ou &#8220;simbólico&#8221; – sem a certificação adequada é o que a autoridade aeronáutica considera transporte clandestino. E as consequências são duras:</p>
<ul>
<li>Multas que podem chegar a R$ 200 mil.</li>
<li>Apreensão da aeronave.</li>
<li>Suspensão ou cassação da licença do piloto.</li>
<li>Em casos graves, a operação irregular pode configurar crime.</li>
</ul>
<p>Há ainda um risco que poucos consideram: o seguro. Uma operação feita em desacordo com o enquadramento declarado da aeronave pode gerar questionamentos na hora do sinistro e o prejuízo pode sobrar para o proprietário.</p>
<p><strong>As situações do dia a dia que merecem atenção</strong></p>
<p>É aqui que surge um ponto delicado: não existe resposta automática para “posso ou não posso”. Cada caso é analisado individualmente pela ANAC, mas há cinco práticas comuns que merecem atenção antes de serem feitas no improviso:</p>
<ol>
<li>Ceder horas de voo. Emprestar a aeronave para um amigo usar, mesmo “sem cobrar nada”, pode ser lido de outra forma quando há frequência ou contrapartida disfarçada.</li>
<li>Ratear custos de uma viagem. Dividir combustível e manutenção entre amigos parece justo, mas a forma como o rateio é estruturado pode se aproximar de uma cobrança por transporte.</li>
<li>Permutar o uso. “Você usa o meu este mês, eu uso o seu no próximo”: acordos de troca também entram na zona de atenção.</li>
<li>Reembolsar despesas. Acertar contas depois de um voo parece simples, mas reembolsos recorrentes podem ser interpretados como pagamento por um serviço.</li>
<li>Disponibilizar a aeronave para terceiros. Da família ampliada a parceiros de negócio, é a situação mais delicada: quando o uso deixa de ser pessoal, a operação pode extrapolar o que a regulamentação permite.</li>
</ol>
<p>E como a fiscalização acontece na prática? Em inspeções nos aeroportos. Se a aeronave é abordada e o proprietário está a bordo, a natureza da operação tende a ser identificada com facilidade. Se ele não está, quem está usando precisa demonstrar por que está ali e em que condições. É nessa fronteira que muitos &#8220;favores&#8221; se transformam em problema.</p>
<p>E a atenção das autoridades não é teoria: a ANAC mantém um plano de fiscalização com inspeções constantes nos principais aeródromos do país, e o movimento recente é de atenção crescente sobre operações fora da regra.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-059-copy.jpg" alt="" /><figcaption>LABACE 2026. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><strong>Quando procurar um especialista</strong></p>
<p>A orientação é simples: na dúvida, consulte. Se você quer estruturar qualquer acordo envolvendo a sua aeronave – rateio, cessão de horas, uso por terceiros –, se pretende ganhar dinheiro com ela ou se foi abordado pela fiscalização, procure um advogado ou consultor com experiência em aviação. Existe caminho legal para muitas dessas práticas; a questão é saber qual é o seu.</p>
<p><strong>O caminho legal: a aeronave como ativo</strong></p>
<p>“Existe uma mudança de mentalidade acontecendo entre os proprietários de aeronaves. Durante muito tempo, o avião foi visto exclusivamente como patrimônio e centro de custo. Hoje, cada vez mais empresários querem entender como transformar esse patrimônio em um ativo mais eficiente. Uma aeronave parada continua gerando hangar, seguro, manutenção, tripulação e depreciação. Quando existe uma estrutura regulatória adequada que permita sua utilização por terceiros, é possível aumentar as horas voadas, diluir parte dos custos fixos e melhorar a eficiência econômica desse ativo. É por isso que costumo dizer: quanto mais uma aeronave voa dentro de uma operação corretamente estruturada, mais eficiente tende a ser o seu custo por hora.” diz Paula Soffo Hoffmann.</p>
<p>Em 2026, a ANAC criou um caminho mais simples para a certificação de táxi aéreo – o serviço de transporte aéreo pago, prestado por empresas autorizadas. Com a certificação, o proprietário pode transformar a aeronave em um negócio legal, e a conta muda de figura:</p>
<ul>
<li>Impostos menores. A Constituição já abre exceção do IPVA para aeronaves agrícolas e para as de operadores certificados que prestam serviços aéreos a terceiros. No seguro, o IOF – imposto que, nesse caso, incide sobre o valor pago pela apólice – pode chegar a zero para transportadores aéreos, conforme a legislação federal. E na compra de aeronaves e peças, o ICMS pode ser reduzido a uma carga de 4%, dependendo do Estado.</li>
<li>Mais segurança. Os indicadores oficiais da ANAC mostram que as operações certificadas registram taxa de acidentes bem inferior à da aviação privada. No fechamento de 2024, a taxa observada na aviação privada era mais que o dobro da registrada nas operações regulares de táxi aéreo.</li>
<li>A lógica do ativo. Quanto mais a aeronave voa, mais barata ela fica: os custos fixos – hangar, seguro, manutenção, tripulação – se diluem nas horas voadas. Parada, ela só gera despesa.</li>
</ul>
<p>Além do táxi aéreo, há outro caminho de certificação, para quem quer compartilhar a aeronave: a Subparte K do RBAC 91, que regula a administração de cotas de uso entre vários proprietários.</p>
<p>João Paulo de Almeida, piloto há 14 anos e sócio-fundador junto com o empresário Patrick Canton da JetShare Aviation, empresa de gerenciamento de aeronaves com sede em Chapecó (SC), conta que a criação da empresa nasceu da percepção de um mercado de aviação em expansão e, principalmente, da necessidade de estruturar o compartilhamento e a exploração comercial de aeronaves dentro do ambiente regulatório.</p>
<p>Hoje, a JetShare avança em seus processos de certificação junto à ANAC para atuar como empresa de Táxi Aéreo, sob o RBAC nº 135, e como Empresa Administradora de Aeronaves Compartilhadas, nos termos da Subparte K do RBAC nº 91, ambos conduzidos com a assessoria especializada da FLY CGC.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/joao-paulo-almeida-jetshare-copy.jpeg" alt="" /><figcaption>Legenda: Joao Paulo Almeida &#8211; Foto: Divulgação JetShare</figcaption></figure>
<p>Durante uma viagem aos Estados Unidos para buscar uma aeronave, João visitou uma empresa americana de gestão de compartilhamento e fez uma pergunta que mudou sua forma de enxergar o negócio: por que os americanos, com economia mais forte e moeda mais valorizada, mesmo assim preferem compartilhar a possuir?</p>
<p>A resposta do gestor foi direta: o americano não pensa apenas no quanto ganha por mês, mas no quanto sabe administrar seus bens e seus ativos. A média de utilização de uma aeronave por lá é de apenas 5 a 6 dias por mês, fato que favorece uma mentalidade mais aderente ao compartilhamento do que à propriedade individual.</p>
<p>No Brasil, o movimento é o mesmo. Um empresário proprietário de uma aeronave voa, em média, de 5 a 8 dias por mês; nos demais dias, ela fica parada, sofrendo depreciação técnica, a ponto de o piloto precisar ir ao hangar apenas para ligar o motor e preservar a máquina.</p>
<p>Segundo João, o compartilhamento veio para quebrar o ciclo da aeronave parada, reduzindo os custos fixos e gerando economia para todos os envolvidos. O mercado brasileiro, afirma ele, vem aderindo bem a esse comportamento, e a tendência é de evolução contínua.</p>
<p><strong>O horizonte de 2027</strong></p>
<p>A partir de 2027, os Estados poderão cobrar IPVA sobre aeronaves – algo inédito no país. Cada Estado definirá suas próprias regras: alíquota, base de cálculo, forma de cobrança.</p>
<p>No mercado, comenta-se uma alíquota em torno de 3,5% sobre o valor declarado no Imposto de Renda, mas nada é oficial. A única certeza, por ora, é a exceção constitucional para operadores certificados.</p>
<p>Aeronave é patrimônio, mas também é liberdade – e liberdade, cada dia mais, anda de mãos dadas com organização. Quem entende as regras, estrutura a operação e busca orientação qualificada protege o que construiu e voa em paz. Quem deixa para depois, arrisca pagar caro por um favor.</p>
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		<title>Brasil consolida expansão da aviação executiva: o momento visto na LABACE 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 17:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 4 e 6 de agosto, o Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, sediou a 21ª edição da LABACE (Latin American Business Aviation Conference &#38; Exhibition) e, para além dos expressivos números sobre crescimento do setor e da própria feira, uma tendência chamou a atenção do nosso radar sobre essa edição: a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 4 e 6 de agosto, o Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, sediou a 21ª edição da LABACE (Latin American Business Aviation Conference &amp; Exhibition) e, para além dos expressivos números sobre crescimento do setor e da própria feira, uma tendência chamou a atenção do nosso radar sobre essa edição: a organização indica estar buscando aumentar o cuidado com a experiência do visitante.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-044-copy.jpg" alt="" /></p>
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<figure class="wp-block-image"><span style="font-size: 14px;">Para nós, isso mostra um movimento alinhado ao que o mercado de luxo vem consolidando, no qual o valor se desloca cada vez mais do produto para a forma como o cliente é recebido, estratégia que, se mantida, pode alavancar ainda mais as próximas edições.</span></figure>
</figure>
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</figure>
</figure>
</figure>
</figure>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-063-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>A organização criou um pacote de benefícios do pouso ao credenciamento para quem chega à feira em sua própria aeronave, um sinal de que a LABACE passou a investir em facilitar a chegada de um público específico que tem muito a ganhar com a experiência de estar ali.</p>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-065-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>Em parceria com a PAX Aeroportos, a experiência Fly-in ofereceu recepção premium no Terminal PAX, credenciamento exclusivo sem filas, shuttle VIP interno, isenção de taxas de handling e estadia no pátio, além de valor diferenciado no combustível. A operação funcionou todos os dias, das 11h às 21h, e os primeiros dez voos reservados receberam ingressos cortesia. A programação incluiu ainda palestras com nomes de fora do setor aeronáutico, como o economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, que debateu cenários econômicos no contexto da aviação executiva.</p>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-055-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>A Tartuferia San Paolo, com menu inspirado na gastronomia italiana contemporânea e destaque para pratos com trufas frescas, esteve presente como restaurante oficial do evento, trazendo a proposta de oferecer um espaço para reuniões de negócios sem necessidade de sair do Aeroporto Campo de Marte. O espaço, posicionado logo na entrada do evento, foi projetado pela arquiteta Ticiane Lima e contou com curadoria de materiais da Monte Negro Group, que especificou quartzitos brasileiros na composição do ambiente.</p>
<p>Os números divulgados apontam recorde de público: 17.200 visitantes, o que representa um crescimento significativo de 23% em relação a 2025. O movimento financeiro girou em torno de US$ 200 milhões em negócios (número ainda não consolidado pela organização até o fechamento desta matéria, mas que supera com folga os mais de US$ 150 milhões do ano passado), reforçando o papel da feira como o principal ambiente de networking e de efetiva geração de oportunidades da aviação de negócios na América Latina.</p>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-048-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>Esses resultados refletem o excelente momento de amadurecimento vivido pelo setor no nosso país, que possui hoje a segunda maior frota de aviação de negócios do mundo, com 11.362 aeronaves. A expectativa, segundo dados da ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral) apresentados durante o evento, é de que o Brasil ultrapasse 1,2 milhão de pousos e decolagens até o fim de 2026.</p>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-053-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>O CEO da ABAG, Flávio Pires, resumiu o momento durante coletiva: &#8220;Hoje, não estamos falando apenas da venda de aeronaves. Toda a cadeia cresce junto. A expansão do setor impulsiona investimentos em manutenção, peças, hangares, aeroportos privados, condomínios aeronáuticos, treinamento, serviços especializados e diversos outros segmentos que dão suporte à operação. É um ciclo virtuoso que fortalece todo o ecossistema da aviação de negócios.&#8221;</p>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/previas-labace-2026-04-ago-049-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>A confiança do setor no próprio crescimento já se reflete na próxima edição. Ainda durante a LABACE 2026, diversas empresas iniciaram a reserva de espaços para edição de 2027, já com datas definidas para você também manter no seu radar: 3 a 5 de agosto, novamente no Campo de Marte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>São Paulo Boat Show 2026: o maior palco náutico da América Latina chega à 29ª edição</title>
		<link>https://thelandscapeliving.com/sao-paulo-boat-show-2026-o-maior-palco-nautico-da-america-latina-chega-a-29a-edicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 17:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nossas Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Radar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 24 a 29 de setembro, o São Paulo Expo recebe a 29ª edição do São Paulo Boat Show, o maior evento náutico da América Latina. Se em anos anteriores a feira já havia se consolidado como o principal ponto de encontro do setor, em 2026 ela chega com uma característica particular: pela primeira vez, [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure>De 24 a 29 de setembro, o São Paulo Expo recebe a 29ª edição do São Paulo Boat Show, o maior evento náutico da América Latina.</p>
<p>Se em anos anteriores a feira já havia se consolidado como o principal ponto de encontro do setor, em 2026 ela chega com uma característica particular: pela primeira vez, as embarcações em exposição deixam evidente que o design náutico e a arquitetura residencial de alto padrão passaram a falar a mesma língua.</figure>
<figure class="wp-block-image">
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/victor-santos-revista-nautica-copy.jpg" alt="" width="1080" height="608" /><figcaption class="wp-caption-text">Victor Santos &#8211; Revista Náutica</figcaption></figure></figure>
<figure class="wp-block-image">Barcos acima de 60 pés chegam ao salão com plantas integradas, grandes áreas envidraçadas e interiores assinados por arquitetos &#8212; uma tendência internacional conhecida como &#8220;yacht standard&#8221;, sobre a qual você pode conferir mais detalhes na nossa matéria (link no texto).</figure>
<p><strong>O que a edição anterior deixou como legado</strong></p>
<p>Os números de 2025 ajudam a entender por que a edição de 2026 carrega tanta expectativa. O Boat Show do ano passado encerrou com recorde histórico de vendas: mais de 750 embarcações negociadas, crescimento de 7,1% em relação a 2024, quando foram fechados cerca de 700 negócios.</p>
<figure style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/victor-santos-revista-nautica-1-copy.png" alt="" width="1080" height="608" /><figcaption class="wp-caption-text">Victor Santos &#8211; Revista Náutica</figcaption></figure>
<p>Ao longo de seis dias, o evento reuniu mais de 120 marcas expositoras, apresentou cerca de 170 embarcações e atraiu 40 mil visitantes entre empresários, investidores e representantes do setor público e privado. Quase 20% das embarcações apresentadas foram lançamentos de mercado, o que evidenciou a força inovadora da indústria.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/divulgacao-revista-nautica-11-copy.jpg" alt="" /><figcaption>Divulgação &#8211; Revista Náutica</figcaption></figure>
<p>Roberta Ramalho, presidente da Intermarine, resumiu o momento: &#8220;O São Paulo Boat Show é o principal evento do ano para a Intermarine. É o momento de apresentar lançamentos, mostrar nosso trabalho, receber clientes e reencontrar amigos e apaixonados pelo mar.&#8221; A marca aproveitou a edição para lançar o Intermarine 25 Metros.</p>
<p>O Ministério do Turismo também reconheceu o peso do setor. Carlos Menezes Sobral, secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos, afirmou que &#8220;o turismo náutico desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico do País, ao impulsionar empregos e renda, estimular comércio e serviços locais, atrair investimentos em infraestrutura e fortalecer a indústria náutica.&#8221;</p>
<p><strong>O que esperar de 2026</strong></p>
<p>Para esta edição, os organizadores já confirmaram a venda de 90% dos espaços expositivos. O estado de São Paulo, que concentra 24% da frota brasileira (240.981 embarcações registradas) pretende elevar a movimentação do turismo náutico de R$ 6,3 bilhões para R$ 21 bilhões até 2033, com previsão de 60 novas estruturas públicas de apoio à navegação.</p>
<figure class="wp-block-image">
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/divulgacao-revista-nautica-6-copy.jpg" alt="" /><figcaption>Divulgação-Revista Náutica</figcaption></figure>
</figure>
<p>O setor náutico nacional já contabiliza mais de 1 milhão de barcos registrados e gera cerca de 150 mil empregos diretos e indiretos, segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).</p>
<p>Entre as novidades confirmadas para o salão deste ano:</p>
<ul>
<li>Lancha de madeira de 24 pés da Garda, inspirada nas lanchas italianas que se tornaram símbolos da &#8220;dolce vita&#8221;, em estreia no evento.</li>
<li>Jet Ski de 350 cavalos da Sea-Doo em edição limitada inspirada em Ayrton Senna, com apenas 1.991 unidades produzidas globalmente &#8212; o jet mais potente do mundo em homenagem ao tricampeão.</li>
<li>Lançamento mundial de motor elétrico e estreia de um motor V10 de 425 hp, entre as novidades trazidas por dez marcas de motores, incluindo fabricantes chineses que começam a ampliar presença no setor.</li>
<li>Sorteio de uma lancha Focker 188 Joy com motor Yamaha F90C, avaliada em cerca de R$ 200 mil, para os visitantes.</li>
<li>FS 325 da FS Yachts, modelo que ocupa a lacuna entre 29 e 36 pés e traz passagem para a proa por dentro da embarcação.</li>
<li>Novo modelo da Fibrafort, mantido em sigilo pelo estaleiro, descrito como &#8220;super lançamento&#8221;.</li>
</ul>
<p><strong>Por que ir</strong></p>
<p>O São Paulo Boat Show consolidou-se como responsável por aproximadamente 70% das vendas de barcos no Brasil, segundo os organizadores.</p>
<p>Para quem acompanha o setor de hospitalidade e turismo de alto padrão, o Boat Show oferece uma leitura estratégica: o turismo náutico é um dos vetores de expansão mais relevantes do litoral brasileiro.</p>
<p>O que se compra e se apresenta no São Paulo Expo antecipa tendências que em poucos anos se traduzem em demanda por marinas, hotéis, restaurantes e serviços voltados a um público que viaja, hospeda-se e consome de forma cada vez mais conectada à experiência na água.</p>
<p><strong>São Paulo Boat Show 2026</strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> de 24 a 29 de setembro de 2026</p>
<p><strong>Onde:</strong> São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 &#8212; São Paulo, SP)</p>
<p><strong>Horário:</strong> das 13h às 22h (abertura no primeiro dia às 15h; encerramento no último dia às 21h)</p>
<p><strong>Ingressos:</strong> a partir de R$ 45 (entrada para um dia) ou Full Pass para os seis dias, com parcelamento em até 12 vezes. Disponíveis em saopauloboatshow.com.br e na Sympla.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>BMW iX3: a Nova Classe que chegou ao Brasil pelo Festival Interlagos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 16:52:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 27 e 30 de agosto, o Autódromo de Interlagos sediou o Festival Interlagos Carros 2026, que segundo o G1 reuniu 215 mil visitantes, 36 lançamentos e 15,2 mil test-drives ao longo de quatro dias. O evento se consolidou como o maior festival de experiência automotiva do mundo, e a BMW aproveitou o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 27 e 30 de agosto, o Autódromo de Interlagos sediou o Festival Interlagos Carros 2026, que segundo o G1 reuniu 215 mil visitantes, 36 lançamentos e 15,2 mil test-drives ao longo de quatro dias.</p>
<p>O evento se consolidou como o maior festival de experiência automotiva do mundo, e a BMW aproveitou o palco para apresentar ao público brasileiro o que descreve como o primeiro capítulo de uma nova era para a marca.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/bmw-interlagos-festival-2026-p90653911-highres-bmw-interlagos-festi-copy.jpg" alt="" /></figure>
<p>O BMW iX3 fez sua primeira aparição pública no Brasil durante o festival. O peso dessa afirmação só se revela ao voltarmos seis décadas no tempo. Nos anos 1960, a BMW vivia uma crise financeira profunda que ameaçava a sobrevivência da empresa.</p>
<p>A saída veio com uma linha de sedãs e cupês batizada de Neue Klasse, ou &#8220;Nova Classe&#8221; em alemão, cujo primeiro modelo, o BMW 1500, lançado em 1962, salvou a empresa e definiu a identidade da marca pelos 60 anos seguintes.</p>
<p>Em 2026, a BMW resgatou o nome para batizar sua nova plataforma de veículos elétricos. O iX3 é o primeiro modelo dessa nova geração a chegar ao Brasil, e as tecnologias que estreiam nele serão incorporadas em mais de 40 modelos nos próximos anos, segundo o BMW Group. O que se vê no iX3 hoje, portanto, é a base sobre a qual toda a linha BMW será construída daqui para frente.</p>
<p>O iX3 chega ao Brasil em uma única configuração, chamada pela BMW de 50 xDrive, que entrega 469 cavalos de potência e 645 Nm de torque, com tração integral elétrica e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos.</p>
<p>O número que mais chama atenção, contudo, é a autonomia: 570 quilômetros segundo o ciclo PBEV do Inmetro, a maior entre todos os carros elétricos vendidos no Brasil. A arquitetura de 800 volts permite recarga ultrarrápida de até 400 kW, recuperando 372 quilômetros em dez minutos, conforme divulgado pela imprensa especializada. Para quem viaja de carro, a diferença entre parar trinta minutos ou dez minutos em um posto de recarga muda completamente a forma como se planeja um trajeto.</p>
<p>Além dessa vantagem, duas tecnologias inéditas chamam atenção no modelo. O Panoramic iDrive redesenha a forma como o motorista interage com as informações do veículo, substituindo o painel tradicional por uma interface que integra mapas, mídia e dados do carro em uma tela panorâmica.</p>
<p>Já o Heart of Joy é um sistema de processamento de dados que gerencia motores, frenagem, recuperação de energia e dinâmica do veículo com uma velocidade até dez vezes maior que o padrão atual da BMW, segundo a própria marca. A intenção declarada é colocar a tecnologia a serviço da emoção de dirigir.</p>
<p>Além do iX3, a BMW levou ao Festival Interlagos carros que representam sua tradição em alta performance, incluindo M4 Competition, M135, M3 e M2, parte deles disponível para test-drive no circuito. A escolha foi deliberada, colocando lado a lado o futuro elétrico e o presente a combustão, permitindo que os visitantes experimentassem diferentes interpretações do que a BMW chama de prazer de dirigir.</p>
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		<title>Audi RS e-tron GT Performance: o superesportivo elétrico feito sob medida para cada dono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 16:46:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lançado no Brasil em junho de 2026, o RS e-tron GT Performance é o superesportivo 100% elétrico mais potente e exclusivo já oferecido pela Audi no país. Vendido sob encomenda em toda a rede de concessionárias, o modelo chegou ao mercado nacional pelo preço sugerido de R$ 1.334.990,00 — um valor que já sinaliza a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado no Brasil em junho de 2026, o RS e-tron GT Performance é o superesportivo 100% elétrico mais potente e exclusivo já oferecido pela Audi no país. Vendido sob encomenda em toda a rede de concessionárias, o modelo chegou ao mercado nacional pelo preço sugerido de R$ 1.334.990,00 — um valor que já sinaliza a que veio: um objeto de desejo para colecionadores, não um carro de prateleira.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/leo8923-copy.jpg" alt="" /></figure>
<p>Antes mesmo de chegar ao Brasil, a versão anterior do e-tron GT já havia conquistado seu lugar na cultura pop, estrelando produções como Vingadores: Ultimato e Agente Oculto. Com o novo Performance, a Audi reforça o design de Gran Turismo que consagrou o modelo, com ajustes que tornam sua presença ainda mais marcante.</p>
<p><img decoding="async" src="https://thelandscapeliving.com/wp-content/uploads/2026/09/leo9102-copy.jpg" alt="" /></p>
<p>Outro diferencial é o grau de personalização oferecido: através do programa Audi Exclusive, o cliente pode escolher entre mais de um milhão de combinações de cores, acabamentos e revestimentos, tornando cada unidade praticamente única — um convite à curadoria pessoal que dialoga diretamente com quem entende de design e exclusividade.</p>
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<p>O lançamento chega em um momento em que o mercado de carros de luxo no Brasil vive uma nova era. Segundo a VRUM, a eletrificação deixou de ser uma aposta para se tornar realidade consolidada entre consumidores de alto padrão, que hoje valorizam cada vez mais a experiência de condução e a exclusividade. Nesse cenário, o RS e-tron GT Performance entra para disputar espaço com o Porsche Taycan, já consolidado como referência no segmento — um confronto que reforça o apetite da Audi por experiências automotivas que se posicionam menos como veículo e mais como peça de coleção.</p>
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